Traduzido para 25 línguas e com mais de um milhão de exemplares vendidos, 1001 filmes para ver antes de morrer inclui obras de mais de 30 países e revela o que há de melhor no cinema de todos os tempos. Mais de 50 críticos consagrados selecionaram 1001 filmes imperdíveis e os reuniram neste guia de referência para todos os apaixonados pela sétima arte.

Ilustrado com centenas de cartazes, cenas de filmes e retratos de atores, o livro traz lado a lado as obras mais significativas de todos os gêneros - de ação a vanguarda, passando por animação, comédia, aventura, documentário, musical, romance, drama, suspense, terror, curta-metragem ficção científica. Organizado por ordem cronológica, este livro pode ser usado para aprofundar seus conhecimentos sobre um filme específico ou apenas para escolher o que ver hoje à noite. Traduzido para 25 línguas e com mais de um milhão de exemplares vendidos, "1001 filmes para ver antes de morrer" inclui obras de mais de 30 países e revela o que há de melhor no cinema de todos os tempos.
É claro que eu, amante das duas coisas Sétima Arte e Listas , não podia deixar passar a oportunidade de trazer para vocês a lista dos filmes e os respectivos links na nossa querida mulinha que vai trabalhar sem parar por um bom tempo...rsrsrs
Lembrem-se que as datas e traduçoes dos títulos dos filmes segue a lista do livro e não do IMDb.
Sempre que necessitarem de fontes na mula é só solicitar. Abraços a todos.

NOSSOS DIRETORES

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domingo, 6 de fevereiro de 2011

491. A NOITE DOS MORTOS VIVOS (1968)

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Ben (Duane Jones) e Barbra (Judith O’Dea) são os protagonistas de uma história sobre a reanimação misteriosa de indivíduos recentemente mortos, e seus esforços, junto de outras cinco pessoas, para sobreviverem a noite enquanto presos em uma casa de fazenda na região rural da Pensilvânia.

Curiosidades
George Romero produziu o filme com um orçamento de 114.000 de dólares, e após uma década de relançamentos cinemáticos, faturou cerca de $12 milhões domesticamente e US$ 30 milhões internacionalmente.Em seu lançamento em 1968, Night of the Living Dead foi fortemente criticado por seu conteúdo explícito. Em 1999, a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos o registrou ao seu Registro Nacional de Filmes como um filme considerado "historicamente, culturalmente ou esteticamente importante".
Night of the Living Dead teve um grande impacto sobre a cultura estado-unidense da era da Guerra do Vietnã, por ser carregado de críticas à sociedade do final dos anos 1960; um historiador o descreveu como "subversivo em diversos níveis".Apesar de não ser o primeiro filme de zumbi, Night of the Living Dead é o progenitor de um sub-gênero contemporâneo de filmes de terror chamado "apocalipse zumbi", e influenciou o arquétipo moderno do zumbi na cultura popular.Night of the Living Dead (1968), é o primeiro de cinco filmes Dead dirigidos por George Romero, e foi refeito em duas ocasiões, como Night of the Living Dead (1990), dirigido por Tom Savini, e como Night of the Living Dead 3D (2006).

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sábado, 25 de setembro de 2010

437. A NOVIÇA REBELDE (1965)

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No final da década de 30, na Áustria, quando o pesadelo nazista estava prestes a se instaurar no país, uma noviça (Julie Andrews) que vive em um convento mas não consegue seguir as rígidas normas de conduta das religiosas, vai trabalhar como governanta na casa do capitão Von Trapp (Christopher Plummer), que tem sete filhos, viúvo e os educa como se fizessem parte de um regimento. Sua chegada modifica drasticamente o padrão da família, trazendo alegria novamente ao lar da família Von Trapp e conquistando o carinho e o respeito das crianças. Mas ela termina se apaixonando pelo capitão, que está comprometido com uma rica baronesa.

Premiações
Oscar 1966 (EUA)
* Vencedor nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor montagem, melhor som e melhor trilha sonora.
* Indicado também nas categorias de melhor atriz (Julie Andrews), melhor atriz coadjuvante (Peggy Wood), melhor fotografia, melhor direção de arte e melhor figurino.
Globo de Ouro 1966 (EUA)
* Vencedor nas categorias de melhor filme - comédia/musical e melhor atriz em comédia/musical (Julie Andrews).
* Indicado nas categorias de melhor diretor e melhor atriz coadjuvante (Peggy Wood).
Prêmio Eddie 1966 (EUA)
* Vencedor na categoria de melhor montagem.
BAFTA 1966 (Reino Unido)
* Indicado na categoria de melhor atriz britânica (Julie Andrews).

Curiosidades
* O filme seria inicialmente dirigido por William Wyler, que terminou sendo descartado por ter uma visão diferente da dos produtores para o filme.
* O diretor Robert Wise chegou a cogitar o nome de Yul Brynner para interpretar o capitão Von Trapp.
* O primeiro número musical do filme, The Sound of Music, foi exatamente o último a ser rodado pelo elenco enquanto estava na Europa. As filmagens desta cena ocorreram em junho e julho de 1964.
* A frente e os fundos da fazenda do capitão Von Trapp foram filmadas em dois locais diferentes em Salzburgo, na Áustria.
* Muita gente acredita que a canção Edelweiss, uma das que são cantadas no filme, é uma tradicional canção austríaca; na verdade ela foi escrita para o musical e é pouco conhecida na Áustria.
* Na verdade, não é a voz do ator Christopher Plummer que se ouve no filme quando seu personagem canta, e sim a do cantor Bill Lee.
* A canção Wind It Up, da cantora Gwen Stefani, é um remix de um dos musicais de A Noviça Rebelde, e seu videoclipe é inspirado no filme, que a cantora considera seu favorito.
* Este filme ocupa a quarta colocação na Lista dos 25 maiores musicais estadunidenses de todos os tempos, idealizada pelo American Film Institute (AFI) e divulgada em 2006.

Crítica
Existe muita controvérsia no que diz respeito ao gênero musical no cinema. Outrora bastante populares, esses filmes nem sempre são apreciados se inseridos diante do estilo de produções que costumamos ver hoje em dia. Os musicais representam, primeiramente, um símbolo do tempo em que a tal "magia do cinema" era facilmente encontrada em histórias pueris, sem tanta densidade, mas que conseguiam agradar quase unanimemente. Dentro desse quadro, nem sempre é tão fácil analisar um musical com os quesitos que costumamos levar em conta. Até mesmo os chamados "musicais modernos" como "Moulin Rouge", "Chicago" e "Rent – Os Boêmios" têm outro formato, se compararmos com clássicos como "Cantando na Chuva", "O Mágico de Oz e "Noviça Rebelde" – este último, objeto dessa crítica.

Apesar de tudo, ainda existe quem aprecie a essência original dos musicais e consiga, de fato, adentrar a atmosfera de fantasia e, por assim dizer, de inocência tão presente nestas produções. É com esses olhos que as considerações serão feitas, pois apenas através dessa forma de análise a proposta do filme pode ser captada e devidamente absorvida.

Amantes do cinema ou não, quem nunca ouviu falar de "A Noviça Rebelde"? Seja apenas por ouvir falar ou através das inúmeras paródias e reproduções já feitas, certamente muita gente já foi apresentada a essa produção sobre uma noviça que é contratada para cuidar dos sete filhos de um militar viúvo, mas acaba, na verdade, encantando a todos com sua música e despertando o amor no coração adormecido de seu chefe. Tudo isso ambientado em pleno início da Segunda Guerra, quando os alemães começavam a tomar domínio de toda a Europa e países vizinhos, gerando um clima de constante tensão. O contraste entre a áurea de esperança gerada para a família pela jovem noviça e o terror presente em todos pelo contexto histórico é sensivelmente explorado pelo grande diretor que foi Robert Wise.

A então praticamente desconhecida Julie Andrews, que até hoje tem seu nome associado a musicais, é a protagonista deste longa. Por já ter experiência nos palcos da Broadway, a atriz demonstra ter pleno domínio do gênero e da prática dança/música/atuação, que o tipo de filme requer. Fora isso, seu carisma e bela voz fizeram dela a figura imediatamente associada ao papel, não podendo ninguém a substituir à altura no personagem de Maria. O resto do elenco também parece ter uma boa química, estando todos competentes, inclusive as crianças. As canções da dupla de compositores Rodgers and Hammerstein também são um ponto destacável logo de cara no longa. As melodias se encaixam perfeitamente na trama e algumas das peças se tornaram clássicas até mesmo separadas do filme.

As paisagens da Áustria, onde foi filmada grande parte das cenas, constitui uma fotografia belíssima, com suas montanhas no inverno com destaque para a seqüência inicial do filme, que mostra uma visão panorâmica da cidade e da área campestre de Salsburgo. O visual do filme, por si só, já é de se impressionar qualquer pessoa com o mínimo de sensibilidade e o mesmo vale para a caracterização dos personagens, que contribui para compor a atmosfera da época.

A trama, em si, ao longo de seu desenvolvimento, ainda se mostra extremamente envolvente e nem mesmo as quase 3 horas de duração do filme são o suficiente para desviar a atenção do espectador. Embora considerada um tanto "açucarada" por alguns, a história é capaz de cativar a todos, ainda que não admitam. Enfim, "A Noviça Rebelde" é um dos poucos filmes que ainda podem ser considerados "para toda a família". Um musical bem ao velho e bom estilo, que deverá agradar a todos os amantes do gênero.

Fonte - Amanda Pontes Cinema com Rapadura

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Como sou Fã incondicional deste filme :

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The.Sound.of.Music.(1965).OST

Contém
01 - Prelude and The Sound of Music (Julie Andrews)
02 - Overture and Preludium (Orchestra and Nuns Chor)
03 - Morning Hymn and Alleluia (Nuns Chor)
04 - Maria (Nuns Chor)
05 - I Have Confidence (Julie Andrews)
06 - Sixteen Going on Seventeen (Dan Truhitte & Charmain Carr)
07 - My Favorite Things (Julie Andrews)
08 - Do-re-mi (Julie Andrews & The Children)
09 - The Sound of Music (Children & Christopher Plumber)
10 - The Lonely Goatherd (Julie Andrews & Children)
11 - So Long, Farewell (Children)
12 - Climb Ev'ry Mountain (Peggy Wood)
13 - Something Good (Julie Andrews & Christopher Plummer)
14 - Processional and Maria (Nuns & Orch)
15 - Edelweiss (Christopher Plummer, Julie Andrews, Children & Chor)
16 - Climb Ev'ry Mountian (Reprise) (Chor & Orch)

terça-feira, 13 de abril de 2010

319. NOITES DE CABÍRIA (1957)

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Giulietta Masina interpreta Cabíria, uma prostituta que ganha a vida nas ruas de Roma em meados dos anos 50. Ingênua, ela sonha com o amor perfeito e acredita na bondade das pessoas. Por isso, sofre constantemente desilusões. Em suas andanças pela noite romana, ela se envolve com um astro de cinema em crise conjugai e, também, com um contador, que parece amá-la de verdade. Será que o destino só guarda desencantos para a pobre Cabiria?

Premiações
Ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro em 1958.
Em Cannes (1957), Giulietta Masina , venceu como Melhor Atriz.
O Filme ganhou o prêmio de Melhor Produção no David di Donatello Awards (1957).
Prêmios de Melhor Atriz (Masina), Melhor Diretor (Fellini) e Melhor Atriz Coadjuvante (Franca Marzi) no Italian Nacional Syndicate of Film Journalists

Curiosidade
Noites de Cabiria teve uma passagem vetada pela Igreja na ocasião de seu lançamento, bem mais inocente do que a profissão da protagonista supõe. É o encontro de Cabíria com um benemérito que sai pela cidade distribuindo alimentos aos mendigos em um saco. Para a Igreja, este tipo de caridade individual pressupõe a indiferença da instituição laica frente à miséria, uma passagem mais indecente que o ganha-pão da prostituta mais comovente do cinema.

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domingo, 31 de janeiro de 2010

299. NOITE E NEBLINA (1955)

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Um dos mais importantes documentários da história do cinema mundial. Realizado em 1955, a partir de um convite feito ao cineasta Alain Resnais, pelo Comitê da História da Segunda Guerra Mundial, o filme tinha como objetivo comemorar o segundo aniversário da libertação dos campos de concentração.
Mas o impacto das imagens de Noite e Neblina, que ainda hoje assombram a humanidade, e do texto do escritor Jean Cayrol, um ex-prisioneiro do campo de Orianemburgo, suplantaram a sua intenção de memorial dos desaparecidos e transformaram-se num "dispositivo de alerta" contra o nazismo e todas as formas de extermínio.
Mesclando imagens coloridas dos campos abandonados e filmes de arquivos, Alain Resnais nos dá, segundo François Truffaut, "uma lição de história, inegavelmente cruel, mas merecida".

Crítica
Embora tenha impressionados cinéfilos do mundo inteiro na época do lançamento original e depois, ao longo dos anos, se transformado em paradigma indiscutível do gênero documentário, o filme francês "Noite e Neblina" (Nuit et Brouillard, França, 1955) nunca se tornou muito popular. É fácil entender as razões: 1) é um curta-metragem e, como tal, dificilmente passa nos cinemas; 2) documentários em geral não costumam atrair público; 3) o tema, árido, é o Holocausto, e há boa quantidade de imagens aterrorizantes dos campos de concentração nazistas, material que costuma afastar os espectadores.
Um filme assim parece ter sido talhado para o formato DVD. E "Noite e Neblina" é incontornável. Precisa ser visto, e não apenas pelos cinéfilos. O curta-metragem de 31 minutos é simples e direto, mas funciona ao mesmo tempo como uma homenagem aos nove milhões de vítimas da crueldade nazista e como alerta para aqueles que vêem o regime de Hitler como um momento que pertence ao passado da humanidade. A abordagem de Resnais é espartana, mas transita sem pausas entre o delicado e o brutal, soando como um grito lancinante contra todo e qualquer tipo de intolerância.
A produção de "Noite e Neblina" foi difícil. Resnais hesitou em dirigir a obra, pois temia ficar marcado como diretor de documentários, quando desejava filmar ficção. Ao ser apresentado ao poeta Jean Cayrol, um sobrevivente de campo de concentração, acabou convencido a embarcar na empreitada. Chamou então o músico Hanns Eisler para compor a banda sonora e passou a coletar imagens de cinejornais, fotografias e todo tipo de documento que mostrasse os campos de concentração.
O filme foi feito para comemorar o aniversário de 10 anos da liberação desses campos, em 1945, ao final da Grande Guerra. Resnais teve a idéia de viajar para os locais onde funcionaram os principais, como Auschwitz e Sachsenhausen, e filmá-los em película colorida. O choque das imagens bucólicas – amplos gramados verdes sob céu azul – com o horror dos cadáveres que repousavam nos mesmos lugares, cinzentos e sem vida, apenas alguns anos antes, cria a idéia que percorre todo o filme: o mal está à espreita, em qualquer lugar, a qualquer tempo. É preciso estar sempre atento para que ele não engolfe as cores do mundo.
Em entrevistas posteriores, Resnais confessou que sempre pensou em "Noite e Neblina" como uma sutil condenação à decisão francesa de invadir a Argélia, fato ocorrido na época do lançamento do filme. Embora não haja qualquer menção a isso durante a película, a idéia encaixa perfeitamente no texto delicado, mas firme e cortante de Cayrol. Sim, é um filme sobre o Holocausto, e está repleto imagens da brutalidade inimaginável dos campos de concentração (pilhas de cadáveres mutilados, paredes de câmaras de gás arranhadas pelas unhas dos prisioneiros à beira da morte), mas o filme não deseja simplesmente impressionar através da violência. Ele está além do Holocausto.
É na combinação de três fatores que resulta a beleza de "Noite e Neblina": o contraste entre imagens da guerra e do pós-guerra, a doçura cortante do poema de Jean Cayrol e a delicadeza da música melancólica de Hanns Eilser. Ou seja, este não é um documentário jornalístico, frio e objetivo. Pelo contrário. Imagem, som e texto compõem uma espécie de sinfonia audiovisual que, nas palavras de François Truffaut, é uma "aula de história cruel mas merecida". É isso.
Rodrigo Carreiro

Premiações

Indicado ao BAFTA em 1961 e ganhou o Premio Jean Vigo para curta metragem em 1956.

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Nuit.Et.Brouillard.(1955).DVDRip.DivX5.avi

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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

275. NASCE UMA ESTRELA (1954)

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Nasce uma Estrela marca o retorno de Judy Garland ao cinema após quatro anos de ausência, no primeiro musical e também primeiro filme colorido do diretor George Cukor. É ainda um grande mostruário das belas canções de Harold Arlen/Ira Gershwin em stereo, outra novidade da época. Garland vive a cantora Esther Blodgett, um inegável talento emergente. Ela se apaixona por Norman Maine (James Mason), um ator alcólatra cuja carreira está em declínio, e esse encontro transforma suas vidas. Apenas um deles sobreviverá no disputado mundo do show business. Encurtado após sua estréia, o filme renasceu das cinzas em 1983, quando o historiador Ronald Haver encontrou quase todas as sequências cortadas e supervisionou a reconstrução da obra de Cukor quase à sua minutagem original.

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A.Star.Is.Born.(1954).DVDRip.XviD-CST.by.Absinth.avi

Legenda (PTBR,ESP e ENG)
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sábado, 8 de agosto de 2009

194. NARCISO NEGRO (1946)

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Atormentados por incertezas e desejos proibidos, cinco freiras, guiadas pela irmã Clodagh (Deborah Kerr), lutam para estabelecer uma escola na desolação do Himalaia. Os elementos da arte cinematográfica estão perfeitamente fundidos pelos diretores Michael Powell e Emeric Pressburger (de Sapatinhos Vermelhos), num fascinante drama sobre o antigo conflito entre o espírito e a carne, em grandiosa locação e com magistral fotografia colorida de Jack Cardiff, Narciso Negro é até hoje saudado como um dos mais refinados e eróticos filmes já feitos. Um clássico do cinema.

Premiações
Vencedor do Oscar de Direção de Arte e Fotografia Colorida em 1948 e do Globo de Ouro na Categoria de Melhor Fotografia no mesmo ano

Curiosidades
O filme foi totalmente rodado em estúdios na Inglaterra. As magníficas paisagens do Himalaia eram fotografias colorizadas. Os personagens de origem indiana foram recrutados entre famílias de trabalhadores dessa origem.

Crítica
Todos os elementos da arte cinematográfica se fundem de forma perfeita nesta monumental obra-prima de Michael Powell e Emeric Pressburger, um fascinante estudo sobre o conflito, velho como o mundo, entre a carne e o espírito, sob o pano de fundo dos grandiosos picos cobertos de neves eternas de Kanchenjunga.

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Black.Narcissus.(1947).CRiTERiON.FS.DVDRip.XviD.avi

Legendas (postada originalmente no MKO por mfcorrea)
Black.Narcissus.(1947).CRiTERiON.FS.DVDRip.XviD.srt

191. NESTE MUNDO E NO OUTRO (1946)

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Um piloto da Segunda Guerra Mundial (David Niven) cai durante um vôo e só não morre por causa de um problema burocrático no céu. Cabe a ele convencer os responsáveis lá de cima a não o manterem por lá.

Curiosidade
-O "Céu" foi filmado em preto e branco.

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A.Matter.of.Life.and.Death.(aka.Stairway.to.Heaven).(1946).FS.DVDRip.DivX3LM.avi

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