Traduzido para 25 línguas e com mais de um milhão de exemplares vendidos, 1001 filmes para ver antes de morrer inclui obras de mais de 30 países e revela o que há de melhor no cinema de todos os tempos. Mais de 50 críticos consagrados selecionaram 1001 filmes imperdíveis e os reuniram neste guia de referência para todos os apaixonados pela sétima arte.

Ilustrado com centenas de cartazes, cenas de filmes e retratos de atores, o livro traz lado a lado as obras mais significativas de todos os gêneros - de ação a vanguarda, passando por animação, comédia, aventura, documentário, musical, romance, drama, suspense, terror, curta-metragem ficção científica. Organizado por ordem cronológica, este livro pode ser usado para aprofundar seus conhecimentos sobre um filme específico ou apenas para escolher o que ver hoje à noite. Traduzido para 25 línguas e com mais de um milhão de exemplares vendidos, "1001 filmes para ver antes de morrer" inclui obras de mais de 30 países e revela o que há de melhor no cinema de todos os tempos.
É claro que eu, amante das duas coisas Sétima Arte e Listas , não podia deixar passar a oportunidade de trazer para vocês a lista dos filmes e os respectivos links na nossa querida mulinha que vai trabalhar sem parar por um bom tempo...rsrsrs
Lembrem-se que as datas e traduçoes dos títulos dos filmes segue a lista do livro e não do IMDb.
Sempre que necessitarem de fontes na mula é só solicitar. Abraços a todos.

NOSSOS DIRETORES

sábado, 23 de janeiro de 2010

290. O QUINTETO DA MORTE (1955)

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IMDb

Quinteto da Morte, apesar do nome, é uma divertida comédia conduzida por cinco distintos bandidos e uma senhora muita esperta.Para elaborar um plano de assalto, uma gangue decide alugar uma casa nos arredores de Londres. A dona do lugar, uma velhinha alcoviteira de olhos bem abertos, descobre a tramoia e acaba se tornando alvo dos bandidos.Só que eles não esperavam que seria tão difícil matar uma mulher...

Premiações
* Recebeu 4 indicações ao Bafta (1957), ganhando em duas categorias: Melhor Atriz - Katie Johnson e Melhor Roteiro - William Rose
* Recebeu uma indicação ao Oscar (1956), Melhor roteiro Original - William Rose

Crítica
A estréia do filme aconteceu no mesmo mês em que foi anunciada a venda da Ealing para a BBC. Ele forma, com As Oito Vítimas, de Robert Hamer, também com Guinness, a dupla de comédias de mais humor negro da Ealing, e é o melhor filme de Alexander Mackendrick. A personagem central é a viúva Louisa Wilberforce, encantadoramente interpretada por Katie Johnson, que nunca fez tão bem a típica velhinha inglesa, personagem que repetiu em outros filmes.

Ela mora numa decadente casa vitoriana, perto da estação ferroviária de St. Pancras (as filmagens foram em King's Cross e nos estúdios de Londres). E vive freqüentando a delegacia local, onde já é bem conhecida, para falar sobre crimes que jura ter testemunhado. Mrs. Wilberforce admitiu um inquilino, o estranho professor Marcus, de dentadura proeminente e cara simpática. Este talvez seja o disfarce mais engraçado de Alec Guinness, que o ator Peter Ustinov costumava chamar de "o máximo poeta do anonimato". Marcus tem quatro bizarros companheiros, que o visitam regularmente, com a finalidade de - segundo explicam a ela - formar um conjunto que toca música de câmera. Na verdade, eles planejam um grande assalto a um trem, que traz um carregamento de dinheiro, e pretendem usar a casa como base de operações.

O grupo é bem heterogêneo. One-Round (Green) é um lutador peso-pesado meio retardado. O Major Courtney (Parker), um ex-oficial que vive de vigarices. Harry (Sellers), ex-delinqüente juvenil, agora delinqüente adulto. E Louie (Lom), um gângster do Soho londrino. A presença desses dois últimos antecipa a participação deles na série da Pantera Cor-de-Rosa, de Blake Edwards, uma década depois. Mrs. Wilberforce acaba descobrindo a intenção dos "músicos", mas trata-os como crianças que se comportam mal na creche. Eles resolvem matá-la mas não chegam a uma conclusão sobre qual deles vai cometer o assassinato. O final do filme é original e amoral.

Um dos poucos filmes da Ealing em cores (Technicolor), a direção de arte produz um delicioso cenário, com a delicadeza da decoração vitoriana, em contraste com a violência pretendida pelo quinteto. Há, ainda um papagaio - o General Gordon - que proporciona momentos de pura farsa, quando escapa e tem que ser capturado pelo inquilino e seus amigos. O mundo da Ealing não ficou datado. Isso fica bem comprovado tanto nos aspectos técnicos - direção de arte, iluminação - quanto na excelência dos roteiros e diálogos (no caso, o fino humor negro: "Não, não, não. Não na frente do papagaio", diz o major, quando designado para matar Mrs. Wilberforce).

A velhinha é a Inglaterra do cotidiano, sem sofisticações, quando suspira: "Já passou muiito da minha hora de dormir, e tive um dia exaustivo", ou quando se lembra do falecido marido. Marcus é um grande personagem inglês, meio monstro, meio acadêmico. Os outros são produtos híbridos do cinema britânico da década de 1950 e criminosos típicos do cinema americano. A comicidade está, principalmente, no contraste entre a brutalidade dos homens e a fragilidade de Mrs. Wilberforce. A cena do chá entre os assaltantes e os convidados dela é um dos pontos altos do filme. Foi o último de Mackendrick para a Ealing. Depois, ele partiu para os Estados Unidos.

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The.Ladykillers.(1955).(Dual.EN.SPA).DVDRip.XviD-DXC.avi

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