Traduzido para 25 línguas e com mais de um milhão de exemplares vendidos, 1001 filmes para ver antes de morrer inclui obras de mais de 30 países e revela o que há de melhor no cinema de todos os tempos. Mais de 50 críticos consagrados selecionaram 1001 filmes imperdíveis e os reuniram neste guia de referência para todos os apaixonados pela sétima arte.

Ilustrado com centenas de cartazes, cenas de filmes e retratos de atores, o livro traz lado a lado as obras mais significativas de todos os gêneros - de ação a vanguarda, passando por animação, comédia, aventura, documentário, musical, romance, drama, suspense, terror, curta-metragem ficção científica. Organizado por ordem cronológica, este livro pode ser usado para aprofundar seus conhecimentos sobre um filme específico ou apenas para escolher o que ver hoje à noite. Traduzido para 25 línguas e com mais de um milhão de exemplares vendidos, "1001 filmes para ver antes de morrer" inclui obras de mais de 30 países e revela o que há de melhor no cinema de todos os tempos.
É claro que eu, amante das duas coisas Sétima Arte e Listas , não podia deixar passar a oportunidade de trazer para vocês a lista dos filmes e os respectivos links na nossa querida mulinha que vai trabalhar sem parar por um bom tempo...rsrsrs
Lembrem-se que as datas e traduçoes dos títulos dos filmes segue a lista do livro e não do IMDb.
Sempre que necessitarem de fontes na mula é só solicitar. Abraços a todos.

NOSSOS DIRETORES

domingo, 22 de novembro de 2009

247. EUROPA 51 (1952)

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Após a morte do filho de 12 anos, mulher entra em profunda crise. Um primo comunista tenta ajudá-la a encontrar novo sentido para a vida, mas ela acaba sendo presa. Considerada louca, é internada numa clínica psiquiátrica.

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Europa.51.(1952).iTALiAN.RESTORED.UNCUT.DVDRip.XviD-VTG-CC.avi


Legenda (Traduzida pelo usuário guilherme giorgio do MKO...many tks)
Europa.51.(1952).iTALiAN.RESTORED.UNCUT.DVDRip.XviD-VTG-CC.srt
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246. VIVER (1952)

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Considerado por muitos como a maior obra do mestre Akira Kurosawa, "Ikiru" (Viver) apresenta a visão da compaixão, mostrando a beleza da vida de um homem a partir da explosão de sua morte. Takashi Shimura interpreta Kanji Watanabe, um idoso burocrata com câncer no estômago forçado a buscar o significado de sua existência nos seus dias finais. Narrado em duas partes, \"Ikiru\" mostra os questionamentos de Watanabe no presente, através de uma série de retrospectivas de sua vida. O resultado é um olhar multifacetado da vida e suas perspectivas, num complexo retrato de um homem incompreendido e cheio de conflitos.

Curiosidades
- A alcunha de mestre invariavelmente atribuída ao nome de Akira Kurosawa não é à gratuita: poucos cineastas como ele tem uma filmografia marcada por tantas obras-primas, de temáticas que, aparentemente regionais, extrapolam fronteiras geográficas, configurando-se naquele tipo de arte universal própria dos artistas superiores.
- Akira Kurosawa nasceu em 23 de Março de 1910 em Omori, Tokyo, faleceu em 6 de Setembro de 1998. Kurosawa foi um dos cineastas mais importantes do Japão, seus filmes influenciam uma grande geração de cineastas do mundo todo. Caçula de oito filhos de um administrador militar, tentou ser pintor sem sucesso. Em 1936 viu um anúncio no jornal para um teste de assistente de diretor, desde então foi o começo de uma longa e aclamada carreira no cinema.
Seu primeiro trabalho foi Sugata Sanshiro (1943) e o último foi "Depois da Chuva" (Ame agaru) (1999) concretizado postumamente por Takashi Koizumi, seu discípulo. Foi o introdutor do gênero samurai no Cinema, com temas como a honra acima de tudo. Sofrendo de fadiga mental em 1971, tentou um mal sucedido suicídio ao cortar os pulsos. Em 1985 O Festival de Cinema de Cannes homenageou-o pelo seu filme "Ran" do qual ele mesmo dizia que era a "obra de sua vida". "Ran" foi baseado em adaptações do livro Rei Lear de William Shakespeare. Kurosawa também adaptou obras de do russo Dostoiévski. Muitos de seus filmes tiveram refilmagem na Europa e EUA, como Ikiru, que foi refilmado em 2005 nos EUA com Tom Hanks no papel principal.

Premiações
Recebeu o Prêmio Especial do Senado de Berlim no Festival de Berlim em 1954.
Toshiro Mifune foi indicado ao BAFTA na categoria de melhor ator estrangeiro em 1960.

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Ikiru.(1952).DVDRip.XviD-parkyns.avi

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(Postado originalmente por Parkyns no MKO e por LordByron no CSTBR.ORG)

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

245. CANTANDO NA CHUVA (1952)

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Don Lockwood (Gene Kelly) e Lina Lamont (Jean Hagen) são dois dos astros mais famosos da época do cinema mudo em Hollywood. Seus filmes são um verdadeiro sucesso de público e as revistas inclusive apostam num relacionamento mais íntimo entre os dois, o que não existe na realidade. Mas uma novidade no mundo do cinema chega para mudar totalmente a situação de ambos no mundo da fama: o cinema falado, que logo se torna a nova moda entre os espectadores. Decidido a produzir um filme falado com o casal mais famoso do momento, Don e Lina precisam entretanto superar as dificuldades do novo método de se fazer cinema, para conseguir manter a fama conquistada.

Premiações
- Recebeu 2 indicações ao Oscar: Melhor Atriz Coadjuvante (Jean Hagen) e Melhor trilha Sonora.
- Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Ator em Comédia/Musical (Donald O'Connor).

Curiosidades
- O roteiro de Cantando na Chuva foi escrito apenas após a escolha das canções que fariam parte do filme.
- A chuva que aparece no filme enquanto Gene Kelly canta "Singin'in the rain" na verdade não é apenas água, mas sim uma mistura de água com leite.
- Gene Kelly estava com febre durante as filmagens da famosa cena em que canta "Singin'in the rain".
- O primeiro ator cogitado para o papel de Cosmo Brown foi Oscar Levant.
- Algumas das roupas utilizadas em Cantando na Chuva foram utilizadas posteriormente em outro filme, Deep In My Heart, de 1954.

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Singin.in.the.Rain.(1952).iNT.FS.DVDRip.AC3.XviD.cd1-NewMov.avi
Singin.in.the.Rain.(1952).iNT.FS.DVDRip.AC3.XviD.cd2-NewMov.avi

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Postado Originalmente por arf100c do CSTBR.ORG

244. ALMA EM PÂNICO (1952)

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Um motorista de ambulância( Robert Mitchum - Frank Jessup) que apesar de noivo de uma amiga de trabalho, se envolve emocionalmente com uma linda mulher(Jean Simmons-Diane Tremayne Jessup) que vive numa mansão junto ao seu pai e a madastra milionária. Um acidente fatal ou assassinato? Seria Frank culpado? A herança seria o motivo de tão terrível crime?

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Angel.Face.(1952).(Dual.Spa.Eng).DVDRip.DivX5-by.HariSeldon.avi

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243. BRINQUEDO PROIBIDO (1952)

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Realizado por René Clément em 1952, Brinquedo Proibido é um dos maiores clássicos do cinema francês do pós-guerra. Apesar de recusado pela comissão de seleção do Festival de Cannes, o filme teve uma consagrada carreira internacional ao vencer o Oscar® de Melhor Filme Estrangeiro e o Leão de Ouro do Festival de Veneza. Com sensibilidade, mas sem sentimentalismos, Clément assinou uma obra-prima que permanece viva na mente e nos corações de espectadores de todo o mundo. Agora, lançado pela primeira vez em DVD no Brasil, o maravilhoso Brinquedo Proibido vai estar ao alcance de todos os amantes do cinema. Neste filme inesquecível, que se passa em junho de 1940, as bombas hitleristas assombram os franceses. Durante um bombardeio, a pequena Paulette (Brigitte Fossey), de cinco anos, fica órfã. Ela é "adotada" por Michel (Georges Poujouly), um menino de 11 anos filho de camponeses. Depois de enterrar o cachorro de Paulette num velho moinho abandonado, as duas crianças aos poucos vão construindo um verdadeiro cemitério de insetos e pequenos animais. Perturbados pela loucura dos adultos e da guerra, eles vão estabelecer uma amizade singela e pura, mas igualmente fragilizada pela presença da morte e da incompreensão.

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Jeux.Interdits.(1952).DVDRip.DivX5-DivXClasico.avi

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terça-feira, 17 de novembro de 2009

242. DEPOIS DO VENDAVAL (1952)

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Após matar acidentalmente um adversário em uma luta de boxe, Sean Thornton (John Wayne) jurou largar as lutas. E, ao retornar para sua cidade natal na Irlanda, encontra a felicidade quando se apaixona pela impetuosa Mary Kate (Maureen O´Hara). Embora fortemente tentado a vestir novamente as luvas para enfrentar o irmão de Mary, o maior briguento da cidade, ele está determinado a nunca mais usar seus punhos. Mas quando Mary Kate e Sean se casam, o destino irá guiar o boxeador a novamente usar de sua força e habilidade.

Premiações
Ganhou o Oscar de Melhor Direção e de Melhor Fotografia, foi indicado ainda nas categorias de Melhor Filme, Melhor Roteiro, Melhores Efeitos Sonoros, Melhor Direção de Arte e Melhor Ator Coadjuvante (Victor McLaglen. Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Direção e Melhor Trilha Sonora. Ganhou dois prêmios no Festival de Veneza.

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The.Quiet.Man.(1952).(Dual.ENG.SPA).DVDRip.AC3.XviD-by.Marc27.avi

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The.Quiet.Man.(1952).(Dual.ENG.SPA).DVDRip.AC3.XviD-by.Marc27.srt


Postado Originalmente por UserOffline do CSTBR.ORG

241. O DIA EM QUE A TERRA PAROU (1951)

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O alienígena Klaatu viaja, juntamente do robô Gort, por 200 milhões de milhas para chegar à Terra e mandar uma mensagem a todos os seus representantes: se continuarem constituindo uma ameaça a outros planetas (com a criação de foguetes essa ameaça existiria em breve), todo o planeta deve ser exterminado! Porém, assim que chega à Terra – mais precisamente em Washington – as pessoas não parecem querer ouví-lo, e fazem de sua presença uma grande ameaça. Acuado, Klaatu (de aparência igual à dos terráqueos) vai conviver por um tempo com uma típica família de classe média, para decidir se vale a pena ou não tentar realmente salvar nosso planeta da destruição.

Crítica
Como é em preto-e-branco e voltado para um público específico, o de ficção científica, é muito provável que o lançamento de "O Dia em que a Terra Parou" não tenha a acolhida que merece. Injustiça. Trata-se de um clássico do gênero, realizado durante a Guerra Fria e que por isso tem uma mensagem muito atual de paz universal a qualquer custo, bem diferente de outros filmes da época (como "Guerra dos Mundos", recém-refilmado por Steven Spielberg ).

Dirigido pelo grande Robert Wise (que fez de tudo um pouco: foi montador de "Cidadão Kane", dirigiu "West Side Story" e "Noviça Rebelde", levou "Jornada nas Estrelas" para o cinema, uma carreira sempre digna e criativa), o filme mostra como literalmente a Terra pára por alguns minutos para demonstrar o poder do extra-terreste Klaatu (o inglês alto e inexpressivo Michael Rennie, em papel previsto para Claude Rains) em contraste com a arrogância dos terrestres.

Patricia Neal, que faz a mãe do menino que fica amigo dele, disse depois que na ocasião não tinha a mínima idéia de que estivesse participando de um filme tão importante. Tecnicamente avançados para a época, os discretos efeitos especiais ainda funcionam bem e não atrapalham (apesar da armadura evidentemente de borracha do robô Gort). Uma frase dita no filme (e cujo significado exato nunca é explicado) ficou famosa entre os fãs de ficção científica: "Klaatu Barada Nikto".

O filme teve incrível influência e ainda mantém sua força e impacto. Assim como a trilha musical composta pelo genial Bernard Herrmann, que também trabalhou com Orson Welles e Hitchcock, cujo uso do theremin (um instrumento eletrônico que gera um som fantasmagórico) se tornaria clichê absoluto na música para ficção científica.

Vencedor de um Golden globe na categoria de Best Film Promoting International Understanding.

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The.Day.the.Earth.Stood.Still.(1951).DVDRip.AC3.XviD-ShitBusters.avi

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The.Day.the.Earth.Stood.Still.(1951).DVDRip.AC3.XviD-ShitBusters.ptbr.srt
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(Postado originalmente por Goldar no CSTBR)

domingo, 4 de outubro de 2009

240. UM LUGAR AO SOL (1951)

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George Eastman (Montgomery Clift), um jovem ambicioso, vai trabalhar na fábrica de um rico tio. Ele acredita que esta oportunidade pode levá-lo a um futuro melhor, mas apesar de ter sido avisado para não se envolver com nenhuma funcionária, ele começa a se encontrar com Alice Tripp (Shelley Winters), uma humilde moça que trabalha na linha de montagem. Ele é finalmente introduzido na alta sociedade e se apaixona por Angela Vickers (Elizabeth Taylor), uma rica, bela e sofisticada jovem e é correspondido. Assim, decide se distanciar de Alice, mas a pobre funcionária não aceita esta situação com passividade, principalmente quando descobre que está grávida. Ele se conscientiza que a operária pode frustrar seus planos de ascensão social e assim surge a idéia de matá-la.

Premiações
- Ganhou 6 Oscars, nas seguintes categorias: Melhor Diretor, Melhor Fotografia - Preto e Branco, Melhor Figurino - Preto e Branco, Melhor Edição, Melhor Trilha Sonora e Melhor Roteiro. Recebeu ainda três indicações, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Ator (Montgomery Clift) e Melhor Atriz (Shelley Winters).
- Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Filme - Drama.

Curiosidades
- Este é o 1º de 3 filmes em que Montgomery Clift e Elizabeth Taylor atuaram juntos. Os demais foram A Árvore da Vida (1957) e De Repente, No Último Verão (1959).
- Refilmagem de Uma Tragédia Americana (1931).

Crítica
"Um Lugar ao Sol" é um excelente filme. Com um ótimo roteiro, baseado no livro de Theodore Dreiser, 'Uma Tragédia Americana', George Stevens realiza essa maravilha, com bons momentos de suspense que chegam a lembrar o mestre Hitchcock.

Montgomery Clift está fabuloso no papel do jovem à procura de seu lugar ao sol. Elizabeth Taylor, além de extremamente linda, está maravilhosa como a jovem e rica Angela. Para completar o triângulo amoroso, temos Shelley Winters numa primorosa atuação, que lhe valeu a indicação ao Oscar de melhor atriz.

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A.Place.In.The.Sun.(1951).(+commentary).DVDRip.AC3.XviD-SHAKTi.avi

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(postado originalmente por UserOffline do CSTBR.ORG)

239. SINFONIA DE PARIS (1951)

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Jerry Mulligan (Gene Kelly) é um pintor norte-americano que tenta a sorte grande na charmosa e imortal Paris. Jerry tem seu talento "descoberto" por uma rica mulher, que tem muito mais interesses em Jerry do que apenas em seus quadros. Ao mesmo tempo, ele se apaixona por Lise (Leslie Caron), uma jovem comprometida francesa.

Premiações
Oscar 1952 (EUA)
* Venceu nas categorias de Melhor Filme, Melhor Roteiro, Melhor Direção de Arte - Colorida, Melhor Fotografia Colorida, Melhor Figurino Colorido e Melhor Trilha Sonora de Cinema.
* Indicado nas categorias de Melhor Diretor e Melhor Montagem.

BAFTA 1952 (Reino Unido)
* Indicado na categoria de Melhor Filme de Qualquer Origem.

Festival de Cannes 1952 (França)
* Indicado ao Grande Prêmio do Festival.

Globo de Ouro 1952 (EUA)
* Venceu na categoria de Melhor Filme - Comédia / Musical.
* Indicado nas categorias de Melhor Diretor e Melhor Ator de Cinema - Comédia / Musical (Gene Kelly).

Crítica
"Sinfonia em Paris" é, sem dúvida, um dos melhores musicais de todos os tempos. Realizado pelo cineasta Vincent Minnelli, o filme é baseado na música de George Gershwin. Muitas das suas canções são cantadas e dançadas ao longo do filme.

Repleto de momentos maravilhosos, atinge o clímax nos 17 minutos finais quando o personagem de Gene Kelly entra num mundo de fantasia, onde ele e Lise formam um 'pas de deux' ao som da "American In Paris Suite", de Gershwin.

Os cenários e o figurino são ótimos, a música é, com poucas exceções, magnífica. A fotografia é um outro ponto forte do filme. O elenco é uniformemente excelente, com maiores destaques para Gene Kelly e Leslie Caron. Esta última, estreando no cinema, mostra uma maturidade de uma veterana.

Este filme ocupa a 9ª colocação na Lista dos 25 Maiores Musicais Americanos de todos os tempos, idealizada pelo American Film Institute (AFI) e divulgada em 2006.

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An.American.In.Paris.(1951).DVDRip.AC3.XviD.cd1-WAF.avi [700.09]
An.American.In.Paris.(1951).DVDRip.AC3.XviD.cd2-WAF.avi [700.34]

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An.American.In.Paris.(1951).DVDRip.AC3.XviD-WAF.srt

238. DIÁRIO DE UM PADRE (1951)

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Um jovem padre é nomeado pároco em Ambricourt, uma pequena aldeia em Artois, na França. Os moradores locais o recebem com certa hostilidade. Com uma personalidade frágil e saúde debilitada, o padre tem dificuldades em se impor aos paroquianos. Busca, então, conforto moral e espiritual com o pároco da cidadela vizinha.
Foi nesta obra-prima, profunda e intimista, que o estilo de Robert Bresson se definiu plenamente, através do rigor na direção dos atores (não profissionais) e do pleno domínio na composição visual e sonora desta obra. Naquela época, não teve boa aceitação pelo público e tampouco foi compreendido pela crítica, pelas interpretações e exageros nos diálogos. Bresson adaptou quase frase por frase o romance de Bernanos, porém, com enfoques distintos: onde Bernanos foi violento, exuberante, concreto e visual, Bresson foi seco, contido, abstrato e intelectual.

Premiações
Em 1951 Venceu em tres categorias o Festival de Filmes de Veneza , além de ser indicado ao BAFTA Film Award em 1954

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Diary.of.a.Country.Priest.(1951).FS.CRiTERiON.DVDRip.XviD-FRAGMENT.avi

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Diary.of.a.Country.Priest.(1951).FS.CRiTERiON.DVDRip.XviD-FRAGMENT.srt

237. UMA AVENTURA NA ÁFRICA (1951)

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O African Queen é o pequeno, mas estimado, barco de Charlie (Humphrey Bogart). Durante a Primeira Guerra, na selvagem África, ele assume a responsabilidade de levar a irmã do recém-falecido reverendo Samuel, Rose (Katharine Hepburn), para a civilização, através do rio, utilizando o barco. Mas existem dois problemas: Rose e Charlie não combinam em nada e as margens do rio estão cheias de alemães.

Premiações
- Oscar de Melhor Ator para Humphrey Bogart, além da indicação de Melhor Atriz para Katharine Hepburn, Melhor Diretor para John Huston, Melhor Filme e Melhor Roteiro;
- Indicado ao Bafta de Melhor para Humphrey Bogart e de Melhor Filme Estrangeiro.

Curiosidades
- A produção foi quase toda filmada na África, mas algumas cenas precisaram ser feitas em estúdio, o que fica evidente na montagem do filme;
- Foi por este filme que Bogart ganhou seu único Oscar de melhor ator.
- Katherine Hepburn nasceu em 1907, em Connecticut, e iniciou carreira no teatro, estreando no cinema em 1932. Uma carreira de sucessos e recordes, pois se tornou a maior vencedora do Oscar de melhor atriz, ganhando em quatro ocasiões. Além disso, era a campeã em indicações, sendo 12, quando foi desbancada por Meryl Streep e sua nomeação de coadjuvante por "Adaptação". Outro diferencial é que Hepburn sempre foi indicada a melhor atriz, jamais a coadjuvante. Ao longo de décadas, atuou em milhares de filmes e se tornou um ícone das telas, trabalhando com astros do quilate de Montgomery Clift, Elizabeth Taylor, Humphrey Bogart, Jason Robards, Peter O'Tolle, John Wayne e aquele que se tornaria seu grande companheiro, Spencer Tracy. Levou seus Oscars pelos filmes "Manhã de Glória", de 1933, "Adivinhe quem vem para Jantar", de 1967, "O Leão no Inverno", de 1968 e "Num Lago Dourado", de 1981. Faleceu no dia 29 de junho de 2003, aos 96 anos.
- Humphrey DeForest Bogart, nascido em 25 de janeiro de 1899, em Nova iorque, era conhecido carinhosamente como Bogey ou Bogie, pertence ao seleto clube de atores que melhor representa o cinema clássico de Hollywood. Tendo iniciado estudos na área médica e servido na marinha, Bogart, aos 22 anos, começou a dedicar seu tempo à atuação. Depois de muitas temporadas teatrais, conseguiu seu primeiro papel de destaque no cinema no filme "A Floresta Petrificada", de 1936. Conheceu a consagração nos anos 1940, década na qual trabalhou em inúmeros filmes memoráveis, como "Casablanca", de 1942, "Relíquia Macabra", de 1941 e "À Beira do Abismo", de 1946, porém o Oscar de Ator só viria em 1951, por sua interpretação do beberrão Charlie Allnut neste filme, de seu amigo John Huston. Desde sua morte, em 14 de janeiro de 1957, o mito Bogart só tem aumentado;
- "Uma Aventura na África" é um dos filmes de maior sucesso no mercado doméstico americano, tanto em DVD quanto em VHS;
- Recomendado para todo tipo de público, uma fita escapista e muito divertida, mostrando uma diva como Katharine Hepburn em situações hilárias e diálogos marcantes, esbanjando carisma e química total com seu companheiro na tela, Humphrey Bogart, em um de seus únicos papéis cômicos.

Crítica
Adaptado, por John Huston e James Agee, do livro homônimo de C. S. Foster, "Uma Aventura na África" é uma excelente produção anglo-americana. Magnificamente dirigido por Huston, o filme passa-se na África Oriental em 1914, no início da 1ª Guerra Mundial, e conta a história de duas pessoas de classes e ideologias totalmente diferentes que, ao se verem obrigadas a fugir dos alemães em um pequeno barco, terminam se respeitando, se admirando e como marido e mulher.

Rodada em plena África, essa apaixonante história de aventura e amor conta com a belíssima fotografia de Jack Cardiff, que tão bem consegue captar as belezas naturais do continente africano, tanto fauna quanto flora. A música de Allan Gray é um outro ponto alto do filme.

No elenco, Humphrey Bogart e Katharine Hepburn, no ápice de suas carreiras, estão magníficos e demonstram uma perfeita química entre eles. Ambos indicados ao Oscar, por suas atuações, Bogart conseguiu levar a estatueta, enquanto Hepburn a perdeu para Vivien Leigh por seu trabalho em "Uma Rua Chamada Pecado".

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The.African.Queen.(1951).DVDRip.AC3.XviD.cd1-WAF.avi [700.92 Mb]
The.African.Queen.(1951).DVDRip.AC3.XviD.cd2-WAF.avi [700.40 Mb]

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The.African.Queen.(1951).DVDRip.AC3.XviD-WAF.srt