Traduzido para 25 línguas e com mais de um milhão de exemplares vendidos, 1001 filmes para ver antes de morrer inclui obras de mais de 30 países e revela o que há de melhor no cinema de todos os tempos. Mais de 50 críticos consagrados selecionaram 1001 filmes imperdíveis e os reuniram neste guia de referência para todos os apaixonados pela sétima arte.

Ilustrado com centenas de cartazes, cenas de filmes e retratos de atores, o livro traz lado a lado as obras mais significativas de todos os gêneros - de ação a vanguarda, passando por animação, comédia, aventura, documentário, musical, romance, drama, suspense, terror, curta-metragem ficção científica. Organizado por ordem cronológica, este livro pode ser usado para aprofundar seus conhecimentos sobre um filme específico ou apenas para escolher o que ver hoje à noite. Traduzido para 25 línguas e com mais de um milhão de exemplares vendidos, "1001 filmes para ver antes de morrer" inclui obras de mais de 30 países e revela o que há de melhor no cinema de todos os tempos.
É claro que eu, amante das duas coisas Sétima Arte e Listas , não podia deixar passar a oportunidade de trazer para vocês a lista dos filmes e os respectivos links na nossa querida mulinha que vai trabalhar sem parar por um bom tempo...rsrsrs
Lembrem-se que as datas e traduçoes dos títulos dos filmes segue a lista do livro e não do IMDb.
Sempre que necessitarem de fontes na mula é só solicitar. Abraços a todos.

NOSSOS DIRETORES

sábado, 23 de janeiro de 2010

286. A CANÇÃO DA ESTRADA (1955)

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Uma das obras-prima do cinema mundial, inédita no Brasil e nas Américas. Este filme foi a estréia espetacular de Satyati Ray. Recuperada a finais dos anos 90, pois um incêndio destruiu os negativos originais, esta é a primeira fita, que deu origem a Trilogia de Apu. Nela se narra a comovente história de uma família de Bengali perseguida pela má sorte. O pai, Harihara, é um sacerdote mundano, curandeiro, sonhador e poeta. Sabajaya, a mãe trabalha para alimentar a uma família, que recebe com alegria e esperança a chegada de um novo filho, Apu.

Crítica
Díficil falar, mesmo tendo muito o que dizer. Além da clara descrição da condição humana na India, em meados do século XX (impossível, pra mim, definir a data certa, o filme não revela, talvez perto do início do século), esse é um filme sobre coisas que foram esquecidas, ou perderam o valor: a família sentada na porta de casa, durante a noite, o pai escrevendo uma peça de teatro, desejando conseguir dinheiro com ela; o filho aprendendo, com a ajuda do pai, a escrever; a mãe ajeitando o cabelo da filha; e o silêncio da noite sendo quebrado somente pelas vozes. A câmera mostra cada um deles, para depois se afastar, e pintar um quadro de toda a família. É sobre brincar na chuva e, depois, se esconder embaixo de uma árvore pedindo a volta do sol; ver uma peça de teatro e sonhar com um mundo quase irreal; é quando o vendedor de doces passa e as crianças correm em volta dele. A sensibilidade de Ray para mostrar a passagem de tempo consegue emocionar um bloco de cimento: ele mostra o Grande Mundo que ataca a pequena vila: o sistema elétrico passando pelo campo, o trem que também corta o campo, e deixa as crianças curiosas; e, no pequeno mundo da vila, os animais crescendo, uma planta, cuidada por uma velha senhora, se desenvolvendo, o primeiro encontro com a morte. É também um filme sobre a relação entre Natureza-Homem: um jardim de frutas que ajuda a sustentar famílias, e é motivo de briga; a chuva se impondo como uma constante ameaça. É o tipo de filme que provoca lágrimas, e eu não tenho mais o que pedir do cinema.

Premiações
British Academy of Film and Television Arts (1957) -Best Film - Any Source
Cannes Film Festival (156)-International Human Document Prize
National Board of Review (1958)-Best Foreign Film
San Francisco International Film Festival (2007)-Film Presented

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sábado, 9 de janeiro de 2010

282. O INTENDENTE SANSHÔ (1954)

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No final do período Heian (século XI-XII), uma mulher da aristocracia, acompanhada do filho Zushio, da filha Anju e de uma serva, viaja por uma praia de Echigo. A mulher é Tamaki, esposa de Masauji Taira, exilado por tentar defender camponeses pobres. Durante a jornada, os viajantes são enganados por mercadores de escravos. Tamaki é levada para a longíqua ilha Sado, a criada se mata e os dois irmãos são vendidos como escravos ao cruel intendente Sansho.
Passam-se dez anos. Quando chega ao campo de trabalho uma escrava vinda de Sado, os irmãos ficam sabendo que na ilha vive uma mulher que todos os dias canta uma triste canção por Zushio e Anju. Para que o irmão consiga fugir do campo, Anju atrai os guardas e sacrifica sua vida. O jovem vai a Kyoto, apela para o conselheiro do imperador e consegue provar que é filho do finado Masauji Taira.
Nomeado governador de Tango - a província onde fica o campo de trabalho do intendente Sansho - Zushio liberta todos os escravos e confisca a propriedade. Dando por encerrada sua tarefa, Zushio renuncia ao cargo de governador e parte para a ilha Sado à procura da mãe.

Premiações
O filme recebeu o Leão de Prata em 1954, dando a Mizoguchi seu terceiro prêmio consecutivo no Festival de Veneza.

Curiosidade
O filme se baseia no romance de Ogai Mori ( 1862-1922), que por sua vez se inspirou no conto popular conhecido como Anju e Zushio. Mizoguchi faz uma descrição realista do sistema feudal e da escravidão no período medieval japonês. Além de sua equipe habitual, o diretor contou com a colaboração de especialistas como Yoshikasu Fujiwara (arquitetura) e Hosei Ueno (figurinos). Elogiado pela perfeição visual, "O Intendente Sansho" é ritmado pelo canto da mãe que chama pelos filhos. Através da lenta elaboração dos elementos visuais e sonoros, o estilo de Mizoguchi conduz a um sutil despertar dos sentidos. Em sua última noite de liberdade, os irmãos vão procurar lenha para o fogo e penduram-se num galho que se quebra. Os dois caem por terra, e nesse momento ouvem a voz da mãe, que modula seus nomes em infinitas variações. Dez anos depois, no campo de Sansho, Anju é fiel ao passado mas Zushio endureceu-se com os sofrimentos da escravidão. Uma noite, sem se dar conta, os dois repetem os gestos do passado. O galho partido provoca uma vaga lembrança e novamente se ouve a voz da mãe. Real ou fantástico, o chamado tem o dom de provocar a súbita iluminação de Zushio.

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280. HOMENS INDOMÁVEIS (1954)

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Um respeitado cidadão de uma cidade do interior é preso durante seu casamento, sob a acusação de ter matado o irmão do delegado federal que efetuou a prisão, e pelo roubo de grande quantia de dinheiro. Sua inocência fica cada vez mais difícil de ser provada, após perder a confiança dos seus concidadãos.

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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

279. SEDUÇÃO DA CARNE (1954)

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1866. Veneza permanece sob ocupação da Áustria. O movimento pela unificação da Itália está prestes a lançar uma guerra pela libertação da região. Neste cenário turbulento, a Condessa Serpieri, uma nobre italiana que participa da resistência, apaixona-se perdidamente pelo tenente austríaco Franz Mahler. Ilustrado pelos temas musicais de Anton Bruckner e de Giuseppe Verdi, este amor proibido mudará para sempre suas vidas. Tal como O Leopardo, Sedução da Carne é uma superprodução suntuosa de impressionante beleza plástica. Sem dúvida, um dos marcos da filmografia viscontiniana.

Críticas
Ver Sedução da carne (Senso; 1954), do italiano Luchino Visconti, é um prazer para os olhos e para o coração. Poucos cineastas têm a capacidade de, como o faz Visconti neste filme, extrair duma singela história de amor tantas observações sobre uma época (metade do século dezenove) e uma classe social (a decadência da aristocracia européia). A sutileza do realizador para compor cenários e semear o comportamento de suas personagens é sempre arrebatadora; o caso de amor entre a condessa Lívia (casada com outro) e o garboso oficial austríaco Franz percorre um caminho de sonhos (para ela) e despenca, assim como as ilusões de status das classes sociais a que pertencem os dois apaixonados. Ela, uma aristocrata que com seu dinheiro compra o amor dele, um desertor, um covarde, um terrível cafajeste; Visconti joga com estes elementos de maneira brilhante.

Visconti é mesmo um seduzido pela baixeza humana, que ele retrata com muito refinamento, passando esta sedução ao espectador. Uma certa encenação operística e teatral se reflete na linguagem cinematográfica de Visconti, da manipulação dos atores à utilização dos cenários; mas é um cinema cerebral, estético, tudo é brilhantemente resolvido visando a dar profundidade às emoções encenadas.

O impressionismo das cores e da realização em si reforça a idéia da decadência. E Visconti é um dos últimos artistas que cantam o fim da aristocracia européia. Pode-se concluir, vendo ou revendo seus filmes, que a relação de Visconti com o cinema é autenticamente crítica. (Eron Fagundes)

Uma perfeição de enquadramentos, de tratamento de cor, de bom gosto em cenário e figurinos. Visconti se inspirou num livro de Camillo Boito (1883) sobre a paixão trágica de uma condessa por um oficial. Mas no original não há nenhuma preocupação em situar um momento histórico. Foi Visconti que resolveu localizar a ação na época do Ressurgimento, quando a Itália enfrenta a Áustria, que ocupa ainda Veneza. Só que o filme não é um painel documentário, mas o retrato da paixão trágica. Por amor, Livia a condessa, trai seu marido, sua classe, sua nação, sacrificando tudo ao homem que ama, um oficial austríaco. A paixão segundo Visconti levada às últimas conseqüências é sempre destrutiva. Foi uma pena Visconti não ter podido contar com os atores que pretendia. (Rubens Ewald Filho).

Crítica Contracampo

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278. OS SETE SAMURAIS (1954)

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No Japão do século XVI, durante a Era Sengoku, uma aldeia de lavradores sofre freqüentes ataques de bandidos, que saqueiam sua produção e levam suas mulheres. Sofrendo grande miséria por causa dessa condição, os moradores decidem resistir aos ataques, mas para isso precisam de pessoas que conheçam a arte da guerra. Alguns deles, tendo como recurso apenas comida, saem para contratar Ronins (samurais sem um senhor) que os defendam. Nessa busca encontram Shimada e pedem a ele ajuda. Unindo-se com outros sete ronins eles passam a ser Os Sete Samurais. O grupo reunido começa a ensinar às pessoas da aldeia a se defenderem em troca de comida. Cada um dos sete samurais era detentor de habilidades específicas, incluindo uso da espada, visão estratégica, coragem, sabedoria, liderança, comicidade. Vários temas são levantados referentes à cultura japonesa, como a morte, o aprendizado, a miséria, a estratégia militar, a obediência, a castidade, a piedade, as diferenças sociais e o respeito.

Premiações
-Recebeu 2 indicações ao Oscar nas categorias Melhor Direção de Arte - Preto e Branco e Melhor Figurino - Preto e Branco.
-Academia Britânica - Indicado aos Prêmios de Melhor Filme e de Melhor Ator Estrangeiro (Toshirô Mifune e Takashi Shimura).
-Festival de Veneza - Indicado ao Prêmio Leão de Ouro.

Curiosidades
-As filmagens de Os Sete Samurais tiveram que ser interrompidas por diversas vezes devido à falta de cavalos para a realização das cenas finais de batalha.
-O ator Seiji Miyaguchi, que interpreta o samurai Kyuzo, nunca havia tocado em uma espada antes de rodar Os Sete Samurais. Foi graças à uma cuidadosa edição usada no filme que o ator pôde passar para o público a impressão de que ele era um mestre na arte espadachim.
-Quando foi lançado pela primeira vez nos Estados Unidos e na Europa foi exibida uma versão de Os Sete Samurais que tinha apenas 141 minutos.
-Foi refilmado como Sete Homens e Um Destino (1960)

Crítica
Honra de miseráveis
por Radamés Manosso

Aprendemos a ver os samurais como uma versão japonesa dos cavaleiros andantes, como guerreiros obcecados pela honra, pelo aperfeiçoamento de suas habilidades e imbuídos de nobres ideais. Assim como os cavaleiros andantes, os samurais tiveram seu tempo até que o mundo deles começou a desmoronar. Bem, os sete samurais do filme têm todas essas características, mas também são seres humanos com história e sentimentos e enfrentam a miséria em uma época de provações terríveis.

Akira Kurosawa compôs um painel social amplo de um Japão conturbado por guerras intermináveis e classes sociais em conflito. Temos os camponeses oprimidos pelos poderosos e atormentados por bandoleiros. Temos os samurais que vagueiam pelas vilas em busca de trabalho e, por fim, os bandoleiros que também não passam de miseráveis e vivem do saque. A história se passa no século XVI e começa quando um camponês flagra a conversa de um grupo de bandoleiros. Eles planejam o ataque à aldeia do camponês assim que terminar a colheita, para que o saque seja mais proveitoso. Os pobres camponeses se reúnem para ver o que pode ser feito e decidem contratar os serviços de alguns samurais para protegê-los. O problema é que os lavradores são miseráveis e não têm como pagar pelos serviços. Depois de muitas dificuldades e peripécias, finalmente os camponeses conseguem trazer até a aldeia um grupo de sete samurais. Não é um grupo ideal, convenhamos, mas no calor da batalha é que se forjam os heróis. Um longo treinamento e uma dura batalha espera os camponeses que agora contam com proteção.

Os camponeses são miseráveis, mas ricos psicologicamente: o velho patriarca é cheio de astúcia; o jovem Rikichi é o líder que não se rende ao conformismo; o velho Manzo é o pai mesquinho que esconde a filha por medo de que os samurais a desonrem. Cada samurai também tem muito a dizer. Shimada é o líder. Homem desprendido e generoso, é um guerreiro experiente e líder astuto. É ele que monta a estratégia para a batalha. Kyuzo é um samurai litúrgico, austero, espadachim exímio, para quem ser samurai é um sacerdócio. Superar limites e executar missões impossíveis é com ele. Katsushiro é um rapaz inexperiente que tem veneração pelos samurais e quer a todo custo se tornar um deles. Só que para isso, ele precisa crescer e se tornar um homem. Kikuchiyo é um bufão ridicularizado por todos que tenta se unir ao grupo a todo custo. Para conquistar seu espaço ele tem que mostrar a que veio e precisa enfrentar seu passado obscuro e terrível.

É preciso pensar com uma cabeça oriental, para aproveitar o máximo que este filme têm a nos oferecer. É um filme com longos silêncios, com interpretações estilizadas e teatrais e fala sobre um universo estranho para os ocidentais. Quem no ocidente se preocupa com honra? Mas o shakespeariano Kurosawa tem a força: o enredo é envolvente e denso, as cenas de batalha são exuberantes, os personagens são complexos e a fotografia é magnífica. Tudo isso é universal e perfeitamente assimilável por um ocidental.

Os sete samurais é um filme sobre miséria extrema e nobres guerreiros desprezados. Na cena final, Akira compõe a última pintura viva do filme: os sete samurais aparecem juntos mais uma vez. Poderosa reflexão sobre vitória e derrota. Uma reflexão universal, mas com uma dimensão maior para o povo japonês que, em 1954, ainda se recompunha da derrota na Segunda Guerra Mundial.

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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

277. A ESTRADA DA VIDA (1954)

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A história passa-se na Itália do pós-guerra e mostra um homem, Zampanò (Anthony Quinn), um artista mambembe, que exibe os seus atributos físicos de força. Necessitado de uma assistente, acaba por comprar os serviços da filha de uma mulher pobre, possibilitando que a família desta consiga algum dinheiro para comer. Gelsomina (Giulietta Masina, esposa de Fellini) é uma simplória, mas uma tocante personagem que acompanha o rude Zampanò na sua jornada. A dupla cai na estrada, ganhando dinheiro em apresentações em pequenas cidades, nas quais Gelsomina é a responsável pelos toques de tambor. Ambos não têm nada em comum: o jeito ingênuo e humilde da jovem é o oposto da rudeza de Zampanò. A chegada de um equilibrista que admira especialmente Gelsomina trará acontecimentos inesperados.

Premiações
-Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA
Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, Indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original.
-Círculo dos Críticos de Cinema de Nova York, EUA
Prêmio de Melhor Filme Estrangeiro
-Festival Internacional de Veneza, Itália
Prêmio Leão de Prata de Melhor Direção (Federico Fellini), Indicado ao Leão de Ouro
-Prêmios Bodil - Copenhague, Dinamarca
Bodil de Melhor Filme Europeu
-Sindicato dos Jornalistas Críticos de Cinema, Itália
Prêmio Fita de Prata de Melhor Diretor de Filme Italiano (Federico Fellini)
Prêmio Fita de Prata de Melhor Produção

Crítica
"A Estrada" é mais uma obra-prima do neo-realismo italiano. Realizado pelo grande mestre, Federico Fellini, que também trabalhou na elaboração do roteiro, o filme apresenta um vigor e uma dramaticidade inesquecíveis.

Com um magistral trabalho de direção, Fellini desenvolve a trama concentrando-se em três personagens apaixonantes. As interpretações de Giulietta Masina e Anthony Quinn são simplesmente magníficas. Completando o trio principal, Richard Basehart também está ótimo.

Finalmente, "A Estrada" apresenta ainda a maravilhosa música de Nino Rota, injustamente não premiada.
70 anos de Cinema

"Desde o momento que nascemos passamos a procurar algo. Busca-se uma forma de complementar a vida para que nos sintamos completos. Numa linguagem que transita entre o cômico mais infantil e simples chegando a cenas de uma tristeza avassaladora, A Estrada da Vida, de Fellini, apresenta este dilema simples e pungente, inerente a todos os homens. Aliado a força das imagens, da trilha sonora e de atuações espetaculares formam um filme único, de linguagem universal e fácil de ser assimilado.
Esta é a mágica do cinema de Fellini. Do começo sabe-se que tudo é falso, fabricado propositalmente, para a representação de um filme. No fim, já não se tem mais certeza."
Por RAPHAEL ANTONIO MORAIS RUELA

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La.Strada.(1954).DVDRip.DivX3LM.avi

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OU (Um Rip de melhor Qualidade porque este filme merece.., postado por deadmeadow do MKO )

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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

276. A CONDESSA DESCALÇA (1954)

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Com extraordinária beleza, talento e graça, a dançarina espanhola Maria Vargas (Ava Gardner) nasceu para tornar-se uma estrela. Ajudada pelo diretor de cinema americano Harry Dawes (Humphrey Bogart), ela alcança grande sucesso e fortuna na terra de sonhos de Hollywood. Mas, embora ela esteja disposta a dar tudo por seu estrelato, existe uma coisa da qual ela nunca estará disposta a abrir mão - sua alma. Não importa o que custar, A Condessa Descalça nunca dançará nenhuma música além da sua própria.

Premiações
- Ganhou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante (Edmond O'Brien), além de ter sido indicado na categoria de Melhor Roteiro.
- Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante (Edmond O'Brien).

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The.Barefoot.Contessa.(1954).DVDRip.XviD-QuincyMKT.avi

Legenda (postado por Festat do MKO, legenda ripada do DVD)
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275. NASCE UMA ESTRELA (1954)

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Nasce uma Estrela marca o retorno de Judy Garland ao cinema após quatro anos de ausência, no primeiro musical e também primeiro filme colorido do diretor George Cukor. É ainda um grande mostruário das belas canções de Harold Arlen/Ira Gershwin em stereo, outra novidade da época. Garland vive a cantora Esther Blodgett, um inegável talento emergente. Ela se apaixona por Norman Maine (James Mason), um ator alcólatra cuja carreira está em declínio, e esse encontro transforma suas vidas. Apenas um deles sobreviverá no disputado mundo do show business. Encurtado após sua estréia, o filme renasceu das cinzas em 1983, quando o historiador Ronald Haver encontrou quase todas as sequências cortadas e supervisionou a reconstrução da obra de Cukor quase à sua minutagem original.

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A.Star.Is.Born.(1954).DVDRip.XviD-CST.by.Absinth.avi

Legenda (PTBR,ESP e ENG)
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