Traduzido para 25 línguas e com mais de um milhão de exemplares vendidos, 1001 filmes para ver antes de morrer inclui obras de mais de 30 países e revela o que há de melhor no cinema de todos os tempos. Mais de 50 críticos consagrados selecionaram 1001 filmes imperdíveis e os reuniram neste guia de referência para todos os apaixonados pela sétima arte.

Ilustrado com centenas de cartazes, cenas de filmes e retratos de atores, o livro traz lado a lado as obras mais significativas de todos os gêneros - de ação a vanguarda, passando por animação, comédia, aventura, documentário, musical, romance, drama, suspense, terror, curta-metragem ficção científica. Organizado por ordem cronológica, este livro pode ser usado para aprofundar seus conhecimentos sobre um filme específico ou apenas para escolher o que ver hoje à noite. Traduzido para 25 línguas e com mais de um milhão de exemplares vendidos, "1001 filmes para ver antes de morrer" inclui obras de mais de 30 países e revela o que há de melhor no cinema de todos os tempos.
É claro que eu, amante das duas coisas Sétima Arte e Listas , não podia deixar passar a oportunidade de trazer para vocês a lista dos filmes e os respectivos links na nossa querida mulinha que vai trabalhar sem parar por um bom tempo...rsrsrs
Lembrem-se que as datas e traduçoes dos títulos dos filmes segue a lista do livro e não do IMDb.
Sempre que necessitarem de fontes na mula é só solicitar. Abraços a todos.

NOSSOS DIRETORES

sábado, 28 de novembro de 2009

251. UMBERTO D. (1952)

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Itália, início dos anos 50. Enquanto a economia do país renasce das ruínas da Segunda Guerra, os idosos sofrem com as suas miseráveis aposentadorias. Em Roma, Umberto Domenico Ferrari, um funcionário público aposentado, é ameaçado de despejo por não conseguir pagar o aluguel. Na companhia de seu único amigo, o cachorrinho Flike, Umberto vaga pelas ruas, buscando apenas um objetivo: viver com dignidade.

Premiações
De Sica levou 3 prêmios de Melhor Direção.O Filme foi indicado para o Grande Prêmio do Festival de Cannes e ainda indicado ao Oscar de Melhor Roteiro.

Crítica
Umberto D. é um clássico sobre o drama do abandono na velhice, marcando o apogeu da parceria entre o mestre Vittorio De Sica e o roteirista Cesare Zavattini, a dupla responsável por obras-primas do neo-realismo italiano, como Ladrões de Bicicleta, Milagre em Milão e Vítimas da Tormenta.

História sensível e comovente em um clássico europeu de personagens fortes e marcantes.Considerado o grande filme de Vittorio de Sica ao lado de Ladrões de Bicicletas (embora bem menos popular do que este último), Umberto D. conta, em sua narrativa, os problemas enfrentados por um senhor aposentado em uma Itália afundada na crise econômica. Apesar de possibilitar várias leituras, considerando os contextos políticos (governo irresponsável), sociais (crise de emprego) e até mesmo geográficos (Itália pós-guerra), a minha preferida é a mais óbvia, e é a leitura que vem da enorme sensibilidade da história. Umberto D. faz de tudo para sobreviver (dê uma ênfase ao prefixo “sobre”), e acompanhar sua jornada é simplesmente emocionante.
Apesar de se passar na Itália em um período específico da história daquele país (o pós-Guerra, quando a inflação devorava rapidamente o dinheiro do povo), a situação de Umberto Ferrari é atemporal e, também, poderia se passar em qualquer país. Desde os problemas comuns e mais abrangentes como o abandono dos idosos, governo irresponsável, arrogância dos ricos para com os pobres; até situações mais pessoais, como a solidão e a tristeza. O filme funciona como um prato-cheio de emoções tristes. Não há como não torcer para que Umberto encontre um final feliz. Mas, ao fazer isso, o espectador sabe que pode estar se enganando: como terminar bem com um cenário tão ruim ao seu redor?
Umberto tem apenas duas coisas com quem contar: seu cachorro (que acabaria por ser o responsável por um dos finais mais arrebatadores, em minha opinião, do cinema da década de 1950) e a empregada da pensão, uma jovem grávida que possui seus próprios problemas e, por isso talvez, entenda os problemas de Umberto muito bem. Todos os outros personagens significam adversidade: desde a dona da pensão até os velhos amigos que não querem (ou não podem) ajudar Umberto financeiramente. Por conta das adversidades, Umberto nem sempre consegue ser um personagem moralmente estável. Quando a necessidade aperta, ele é capaz de tomar decisões bastante desumanas, o que torna seu personagem completo e real, acima de tudo.
À época de seu lançamento, o filme foi um fracasso de crítica e de público. Talvez este não tenha gostado de assistir a uma história tão deprimente, sendo que o mundo ainda reconstruía-se depois da guerra. Hoje o filme é revisitado por críticos e cinéfilos e reverenciado como um ótimo exemplo de cinema, o que pode ser visto como uma atitude bem merecida. De Sicca conseguiu criar um filme cheio de complexidades que se mantém simples em sua essência, atingindo quaisquer objetivos que o diretor tenha almejado com total eficiência.
Tecnicamente belo, o trabalho do diretor italiano encontra-se situado em um momento de transformação do cinema. O filme encontra resquícios do cinema clássico, do expressionismo (longas sombras projetadas), mas serve para apresentar, de certa forma, o novo cinema, o cinema que ficaria famoso em Fellini, principalmente por este também ser italiano, e Antonioni. O cinema sendo utilizado como crítica social e política, mais do que nunca.
Agora, independente da técnica utilizada, o filme deixa sua marca na história do cinema é pela sua belíssima história. Como comentei lá no começo desta matéria, Umberto D. possui personagens muito fortes (mesmo o cãozinho tem grande importância e significado) e humanos, capazes de realizarem boas e más ações, geralmente com boas intenções (e por isso não há personagens estereotipados). Permanece aqui, então, a recomendação de mais um clássico do cinema europeu, tão ou mais valoroso que o popular Ladrões de Bicicletas.
Por Alexandre Koball, 02/10/2007

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(Legenda e info by Cris bsb do MKO)

domingo, 22 de novembro de 2009

250. MATAR OU MORRER (1952)

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Numa manhã de domingo do fim do século XIX, Will Kane, o xerife resignatário do povoado de Hadleyville, no Oeste dos Estados Unidos, está se casando com a quaker e, por conseguinte, pacifista, Amy Fowler, e vai com ela partir para uma nova vida em outro lugar. É quando chega a notícia de que Frank Miller, o pistoleiro que Kane mandara para a cadeia para o resto da vida, obteve o livramento condicional após cumprir cinco anos de pena e vem no trem do meio dia para executar a ameaça de vingança feita no passado. Ele está apoiado por três cúmplices que já estão na vila. Apesar de Amy, sua noiva quaker, argumentar que devem ir embora, ele acha que terá que fugir para sempre se não enfrentar a situação. O xerife tenta recrutar novos auxiliares, mas a população temerosa, hipócrita e até, em parte, exultante, com raras exceções, deixa-o sozinho com seu destino, se refugiando sem ajudá-lo, apesar dele pedir aos cidadãos para enfrentarem o pistoleiro e seus cúmplices. Um clássico do faroeste, que deixa frente a frente um homem e suas reações, frente a um desafio que ele teme, mas não tenta evitar. Imperdível!!!

Premiações
- Ganhou 4 Oscars, nas categorias de Melhor Ator para Gary Cooper, Melhor Trilha Sonora, Melhor Edição e Melhor Canção Original com "High Noon (Do Not Forsake Me, Oh My Darlin)", tendo recebido ainda outras 3 indicações, nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro;
- Ganhou os prêmios de Melhor Filme e Direção dados pela Associação de Críticos de Cinema de Nova York;
- Ganhou 4 Globos de Ouro, nas categorias de Melhor Ator - Drama com Gary Cooper, Melhor Atriz Coadjuvante com Katy Jurado, Melhor Fotografia - Preto e Branco e Melhor Trilha Sonora;
- Ganhou o Prêmio Bodil de Melhor Filme Americano.

Curiosidades
- A ação de "Matar ou Morrer" transcorre em tempo real, ou seja, começa às 10:40 h e vai andando, minuto a minuto, até o meio-dia, o que nos dá a exata dimensão do suspense e da tensão a que o personagem principal está passando, e é exatamente aí que reside toda a graça do filme, o tempo se esgotando e o mocinho da história cada vez mais caminhando para a morte certa nas mãos dos pistoleiros vingativos, com toda a população da cidade lhe dando as costas de maneira covarde e cínica;
- Gary Cooper, como William Kane, tem uma atuação maravilhosa neste filme, não por isso lhe rendeu seu segundo Oscar. O delegado Kane é um homem resoluto, que não pretende abrir mão de seu orgulho frente aos foras-da-lei, mesmo que isso custe sua vida. No entanto, ele não é um destes xerifes unidimensionais que povoam o gênero: ele tem medo, hesita, precisa de ajuda. Kane tem pouco mais de uma hora para conseguir auxílio entre os habitantes do lugarejo, pois ele sabe que quatro homens armados representam a sentença de morte para quem quiser enfrentá-los sozinho. E não é só isso: ele não sabe, exatamente, o porquê de não aceitar deixar a cidade. Orgulho? Preocupação com a população local? Determinação? Estupidez? Sua expressão tensa, carregada durante todo o filme, é um indicativo de seu conflito interior, e não é só isso, afinal Cooper estava com a úlcera supurada, sangrando durante todo o processo de filmagem;
- Faroeste ou “western” é um gênero especificamente norte-americano, que explora principalmente marcos históricos como a Guerra de Secessão e a Conquista do Oeste. Caracteriza-se, tradicionalmente, por apresentar um esquema narrativo simples, uma ação episódica intensa e uma paisagem física e humana peculiar. Além de possuir valores inerentes de ritmo e movimento, impõe uma universalidade por criar um tipo de herói mitológico cuja vida é lutar pela justiça. O mocinho é geralmente representado pelo caubói ou pelo xerife solitário, destemido e justiceiro que desafia o bandido ou fora-da-lei;
- Gary Cooper, nascido em 7 de maio de 1901 em Helena, Montana, e falecido a 13 de maio de 1961, em Hollywood, California, foi um ator anglo-estado-unidense duas vezes vezes vencedor do prêmio Oscar de melhor ator. Sua carreira durou desde a década de 1920 até o ano de sua morte, tendo atuado em mais de cem filmes. Ele era reconhecido por seu forte estilo de atuação, e pelos vários papéis que teve em filmes de Faroeste. Em toda sua vida, Cooper recebeu cinco indicações aos prêmios Oscar de melhor ator, tendo ganhado duas vezes, o primeiro em 1941 com "Sargento York" (Sergeant York), depois em 1952 com este "Matar ou Morrer" (High Noon). Ele também recebeu um prêmio honorário da Academia em 1961. Em 1999, o American Film Institute nomeou Cooper como o décimo-primeiro maior ator de todos os tempos. O nome verdadeiro do ator era Frank James Cooper, e nasceu em Helena, Montana, mas viveu grande parte da sua infância em Dunstable na Inglaterra. Quando tinha treze anos de idade, machucou-se num acidente automobilístico, e teve que se mudar para o rancho de gado de seu pai em Montana para se recuperar. Lá, aprendeu a montar cavalos e fez amizade com a futura estrela Myrna Loy, que tinha dez anos de idade, que morava por perto. Quando adulto, sua altura era de 1,91m, ocnferindo a ele o porte necessário para as produções da época. Talvez uma das suas poucas decepções tenha sido não aceitar o convite de Alfred Hitchcock para estrelar "Correspondente Estrangeiro" (Foreign Correspondent), de 1940 e "Sabotador" (Saboteur), de 1942. Cooper em entrevista anos mais tarde admitiu ter errado em não aceitar a proposta do aclamado diretor;
- O personagem Will Kane foi inicialmente oferecido pelo produtor Stanley Kramer ao ator Gregory Peck, que o recusou por considerá-lo muito parecido com o papel que fizera em "O Matador" (The Gunfighter), de 1950;
- A forte trilha sonora de Dmitri Tiomkin (que atinge seu clímax no minuto final, antes da chegada do trem) e a belíssima música High Noon (Do Not Forsake Me, Oh My Darlin’), também de Tiomkin em parceria com Ned Washington. A música, que acompanha o personagem de Gary Cooper durante todo o filme, cria uma clima de solidão e angústia em torno de Kane, sendo de muita importância para a narrativa;
- O filme é inovador em vários pontos. Foi a primeira vez que um filme foi narrado em tempo real, foi também o precursor do western psicológico e utilizou pela primeira vez o suspense no gênero, afinal, toda hora aparece o relógio para lembrar o tempo restante e aumentar ainda mais a tensão;
- O ator Lee Van Cleef não tem um único diálogo durante todo o filme, apesar de estar muito destacado, sendo o primeiro personagem a aparecer na tela;
- John Wayne declarou uma vez que “Matar ou Morrer” foi o maior filme antiamericano já feito. Wayne estava aparentemente ofendido com o trecho do filme que mostra o xerife tirando seu distintivo do peito e o jogando fora com ar de desprezo para ele e para com a perplexa população da cidade;
- A cidade mostrada em "Matar ou Morrer" chama-se Hadleyville. Apesar de em nenhum momento do filme o nome da cidade ser dito, ele é bem visível na estação de trem mostrada no filme;
- "Matar ou Morrer" teve uma polêmica em seu elenco, a indicação de Gary Cooper, pois, apesar de ele ter ganho um Oscar por sua atuação neste filme, foi considerado velho demais para o papel, afinal, ele contava com 50 anos, trinta a mais que Grace Kelly;
- Seguido por "Matar ou Morrer 2 - A Volta de Will Kane" (High Noon Part II: The Return Of Will Kane), de 1980, feito para a TV norte-americana;
- Refilmado para a TV norte-americana como "Matar ou Morrer" (High Noon), de 2000, com o ator Tom Skerrit no papel principal;
- Este é um filme imprescindível, contribuiu para consolidar a carreira do super-star Gary Cooper, colocou em evidência a belíssima atriz Grace Kelly, que interpretou seu primeiro papel importante, e confirmou Zinnemann como um dos mais célebres cineastas do mundo. Clássico absoluto do gênero!

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High.Noon.(1952).(Dual.ENG.PTBR).DVDRip.XviD-by.Maceio.avi

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Postado originalmente por Maceió no CSTBR.ORG mais informações retiradas do MKO adicionadas pelo usuário ElWoOdBlUeS

249. O RIO DA AVENTURA (1952)

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Jim Deakins é um negociante que entra numa jornada com um grupo de homens pelo rio Missouri. O problema é que eles sofrem problemas com a hostilidade em território indígena, o que faz, pouco a pouco, eles desistirem da empreitada. Hawks deixa de lado o aspecto aventureiro da conquista do Oeste e lança um olhar sobre a amizade que une dois aventureiros.

Premiações
Indicado ao Oscar de Melhor ator Coadjuvante (Arthur Hunnicutt) e Melhor Fotografia em 1953

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The.Big.Sky.(1952)DVDRip.DivX5.avi

Sem Legendas até o Momento

248. ASSIM ESTAVA ESCRITO (1952)

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Jonathan Shields (Kirk Douglas) é um produtor de filmes de Hollywood corrupto, amoral e que está vivendo uma fase ruim em seus negócios. Neste drama em preto e branco sensacional Kirk Douglas é uma pessoa que freqüentemente considerou a indústria cinematográfica como algo para satisfazer seus próprios interesses.
A história tem seu inicio em uma reunião entre a atriz Gloria Lorrison (Lana Turner), o diretor Fred Amiel (Barry Sullivan) e o roteirista James Lee Bartlow (Dick Powell) para a assinatura de um novo projeto cinematográfico. Eles são convidados a pedido do produtor Harry Pebbel (Walter Pidgeon). Pebbel está trabalhando no estúdio principal com Jonathan Shields, estúdio esse que está em dificuldade financeira e precisa de um golpe de blockbuster para se superar e para isso ele conta com os três.
Uma sucessão de mentiras, conflitos sucederiam este encontro, mostrando o quanto brilhantes estão os atores na interpretação desta história com um enredo surpreendente, The Bad and the Beautiful ganhou cinco Prêmios da Academia de Hollywood, inclusive Melhor Enredo e a Melhor Fotografia em Preto e Branca dada a Robert Surtees em 1953.

Premiações
Venceu o Oscar de 1953 nas categorias de Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Figurino, Melhor Fotografia , Melhor Roteiro e Melhor Direção de Arte. Indicado ao Oscar no mesmo ano de Melhor ator (Kirk Douglas) e indicados ao Globo de Ouro para Melhor Ator Coadjuvante (Gilbert Roland) e Melhor Atriz Coadjuvante (Gloria Grahame)

Curiosidades
- O filme Swimming with Sharks de 1994 é um outro bom resultado de críticas à indústria cinematográfica. - Uma continuação feita pelo próprio Minnelli chamada "Two Weeks in Another Town", com Kirk Douglas foi lançada no ano de 1962.

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The.Bad.And.The.Beautiful.(1952).FS.DVDRip.XviD-C00LdUdE.avi

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247. EUROPA 51 (1952)

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Após a morte do filho de 12 anos, mulher entra em profunda crise. Um primo comunista tenta ajudá-la a encontrar novo sentido para a vida, mas ela acaba sendo presa. Considerada louca, é internada numa clínica psiquiátrica.

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Europa.51.(1952).iTALiAN.RESTORED.UNCUT.DVDRip.XviD-VTG-CC.avi


Legenda (Traduzida pelo usuário guilherme giorgio do MKO...many tks)
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246. VIVER (1952)

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Considerado por muitos como a maior obra do mestre Akira Kurosawa, "Ikiru" (Viver) apresenta a visão da compaixão, mostrando a beleza da vida de um homem a partir da explosão de sua morte. Takashi Shimura interpreta Kanji Watanabe, um idoso burocrata com câncer no estômago forçado a buscar o significado de sua existência nos seus dias finais. Narrado em duas partes, \"Ikiru\" mostra os questionamentos de Watanabe no presente, através de uma série de retrospectivas de sua vida. O resultado é um olhar multifacetado da vida e suas perspectivas, num complexo retrato de um homem incompreendido e cheio de conflitos.

Curiosidades
- A alcunha de mestre invariavelmente atribuída ao nome de Akira Kurosawa não é à gratuita: poucos cineastas como ele tem uma filmografia marcada por tantas obras-primas, de temáticas que, aparentemente regionais, extrapolam fronteiras geográficas, configurando-se naquele tipo de arte universal própria dos artistas superiores.
- Akira Kurosawa nasceu em 23 de Março de 1910 em Omori, Tokyo, faleceu em 6 de Setembro de 1998. Kurosawa foi um dos cineastas mais importantes do Japão, seus filmes influenciam uma grande geração de cineastas do mundo todo. Caçula de oito filhos de um administrador militar, tentou ser pintor sem sucesso. Em 1936 viu um anúncio no jornal para um teste de assistente de diretor, desde então foi o começo de uma longa e aclamada carreira no cinema.
Seu primeiro trabalho foi Sugata Sanshiro (1943) e o último foi "Depois da Chuva" (Ame agaru) (1999) concretizado postumamente por Takashi Koizumi, seu discípulo. Foi o introdutor do gênero samurai no Cinema, com temas como a honra acima de tudo. Sofrendo de fadiga mental em 1971, tentou um mal sucedido suicídio ao cortar os pulsos. Em 1985 O Festival de Cinema de Cannes homenageou-o pelo seu filme "Ran" do qual ele mesmo dizia que era a "obra de sua vida". "Ran" foi baseado em adaptações do livro Rei Lear de William Shakespeare. Kurosawa também adaptou obras de do russo Dostoiévski. Muitos de seus filmes tiveram refilmagem na Europa e EUA, como Ikiru, que foi refilmado em 2005 nos EUA com Tom Hanks no papel principal.

Premiações
Recebeu o Prêmio Especial do Senado de Berlim no Festival de Berlim em 1954.
Toshiro Mifune foi indicado ao BAFTA na categoria de melhor ator estrangeiro em 1960.

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Ikiru.(1952).DVDRip.XviD-parkyns.avi

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(Postado originalmente por Parkyns no MKO e por LordByron no CSTBR.ORG)

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

245. CANTANDO NA CHUVA (1952)

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Don Lockwood (Gene Kelly) e Lina Lamont (Jean Hagen) são dois dos astros mais famosos da época do cinema mudo em Hollywood. Seus filmes são um verdadeiro sucesso de público e as revistas inclusive apostam num relacionamento mais íntimo entre os dois, o que não existe na realidade. Mas uma novidade no mundo do cinema chega para mudar totalmente a situação de ambos no mundo da fama: o cinema falado, que logo se torna a nova moda entre os espectadores. Decidido a produzir um filme falado com o casal mais famoso do momento, Don e Lina precisam entretanto superar as dificuldades do novo método de se fazer cinema, para conseguir manter a fama conquistada.

Premiações
- Recebeu 2 indicações ao Oscar: Melhor Atriz Coadjuvante (Jean Hagen) e Melhor trilha Sonora.
- Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Ator em Comédia/Musical (Donald O'Connor).

Curiosidades
- O roteiro de Cantando na Chuva foi escrito apenas após a escolha das canções que fariam parte do filme.
- A chuva que aparece no filme enquanto Gene Kelly canta "Singin'in the rain" na verdade não é apenas água, mas sim uma mistura de água com leite.
- Gene Kelly estava com febre durante as filmagens da famosa cena em que canta "Singin'in the rain".
- O primeiro ator cogitado para o papel de Cosmo Brown foi Oscar Levant.
- Algumas das roupas utilizadas em Cantando na Chuva foram utilizadas posteriormente em outro filme, Deep In My Heart, de 1954.

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Singin.in.the.Rain.(1952).iNT.FS.DVDRip.AC3.XviD.cd1-NewMov.avi
Singin.in.the.Rain.(1952).iNT.FS.DVDRip.AC3.XviD.cd2-NewMov.avi

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Postado Originalmente por arf100c do CSTBR.ORG

244. ALMA EM PÂNICO (1952)

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Um motorista de ambulância( Robert Mitchum - Frank Jessup) que apesar de noivo de uma amiga de trabalho, se envolve emocionalmente com uma linda mulher(Jean Simmons-Diane Tremayne Jessup) que vive numa mansão junto ao seu pai e a madastra milionária. Um acidente fatal ou assassinato? Seria Frank culpado? A herança seria o motivo de tão terrível crime?

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243. BRINQUEDO PROIBIDO (1952)

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Realizado por René Clément em 1952, Brinquedo Proibido é um dos maiores clássicos do cinema francês do pós-guerra. Apesar de recusado pela comissão de seleção do Festival de Cannes, o filme teve uma consagrada carreira internacional ao vencer o Oscar® de Melhor Filme Estrangeiro e o Leão de Ouro do Festival de Veneza. Com sensibilidade, mas sem sentimentalismos, Clément assinou uma obra-prima que permanece viva na mente e nos corações de espectadores de todo o mundo. Agora, lançado pela primeira vez em DVD no Brasil, o maravilhoso Brinquedo Proibido vai estar ao alcance de todos os amantes do cinema. Neste filme inesquecível, que se passa em junho de 1940, as bombas hitleristas assombram os franceses. Durante um bombardeio, a pequena Paulette (Brigitte Fossey), de cinco anos, fica órfã. Ela é "adotada" por Michel (Georges Poujouly), um menino de 11 anos filho de camponeses. Depois de enterrar o cachorro de Paulette num velho moinho abandonado, as duas crianças aos poucos vão construindo um verdadeiro cemitério de insetos e pequenos animais. Perturbados pela loucura dos adultos e da guerra, eles vão estabelecer uma amizade singela e pura, mas igualmente fragilizada pela presença da morte e da incompreensão.

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Jeux.Interdits.(1952).DVDRip.DivX5-DivXClasico.avi

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terça-feira, 17 de novembro de 2009

242. DEPOIS DO VENDAVAL (1952)

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Após matar acidentalmente um adversário em uma luta de boxe, Sean Thornton (John Wayne) jurou largar as lutas. E, ao retornar para sua cidade natal na Irlanda, encontra a felicidade quando se apaixona pela impetuosa Mary Kate (Maureen O´Hara). Embora fortemente tentado a vestir novamente as luvas para enfrentar o irmão de Mary, o maior briguento da cidade, ele está determinado a nunca mais usar seus punhos. Mas quando Mary Kate e Sean se casam, o destino irá guiar o boxeador a novamente usar de sua força e habilidade.

Premiações
Ganhou o Oscar de Melhor Direção e de Melhor Fotografia, foi indicado ainda nas categorias de Melhor Filme, Melhor Roteiro, Melhores Efeitos Sonoros, Melhor Direção de Arte e Melhor Ator Coadjuvante (Victor McLaglen. Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Direção e Melhor Trilha Sonora. Ganhou dois prêmios no Festival de Veneza.

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The.Quiet.Man.(1952).(Dual.ENG.SPA).DVDRip.AC3.XviD-by.Marc27.avi

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Postado Originalmente por UserOffline do CSTBR.ORG

241. O DIA EM QUE A TERRA PAROU (1951)

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O alienígena Klaatu viaja, juntamente do robô Gort, por 200 milhões de milhas para chegar à Terra e mandar uma mensagem a todos os seus representantes: se continuarem constituindo uma ameaça a outros planetas (com a criação de foguetes essa ameaça existiria em breve), todo o planeta deve ser exterminado! Porém, assim que chega à Terra – mais precisamente em Washington – as pessoas não parecem querer ouví-lo, e fazem de sua presença uma grande ameaça. Acuado, Klaatu (de aparência igual à dos terráqueos) vai conviver por um tempo com uma típica família de classe média, para decidir se vale a pena ou não tentar realmente salvar nosso planeta da destruição.

Crítica
Como é em preto-e-branco e voltado para um público específico, o de ficção científica, é muito provável que o lançamento de "O Dia em que a Terra Parou" não tenha a acolhida que merece. Injustiça. Trata-se de um clássico do gênero, realizado durante a Guerra Fria e que por isso tem uma mensagem muito atual de paz universal a qualquer custo, bem diferente de outros filmes da época (como "Guerra dos Mundos", recém-refilmado por Steven Spielberg ).

Dirigido pelo grande Robert Wise (que fez de tudo um pouco: foi montador de "Cidadão Kane", dirigiu "West Side Story" e "Noviça Rebelde", levou "Jornada nas Estrelas" para o cinema, uma carreira sempre digna e criativa), o filme mostra como literalmente a Terra pára por alguns minutos para demonstrar o poder do extra-terreste Klaatu (o inglês alto e inexpressivo Michael Rennie, em papel previsto para Claude Rains) em contraste com a arrogância dos terrestres.

Patricia Neal, que faz a mãe do menino que fica amigo dele, disse depois que na ocasião não tinha a mínima idéia de que estivesse participando de um filme tão importante. Tecnicamente avançados para a época, os discretos efeitos especiais ainda funcionam bem e não atrapalham (apesar da armadura evidentemente de borracha do robô Gort). Uma frase dita no filme (e cujo significado exato nunca é explicado) ficou famosa entre os fãs de ficção científica: "Klaatu Barada Nikto".

O filme teve incrível influência e ainda mantém sua força e impacto. Assim como a trilha musical composta pelo genial Bernard Herrmann, que também trabalhou com Orson Welles e Hitchcock, cujo uso do theremin (um instrumento eletrônico que gera um som fantasmagórico) se tornaria clichê absoluto na música para ficção científica.

Vencedor de um Golden globe na categoria de Best Film Promoting International Understanding.

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(Postado originalmente por Goldar no CSTBR)