Traduzido para 25 línguas e com mais de um milhão de exemplares vendidos, 1001 filmes para ver antes de morrer inclui obras de mais de 30 países e revela o que há de melhor no cinema de todos os tempos. Mais de 50 críticos consagrados selecionaram 1001 filmes imperdíveis e os reuniram neste guia de referência para todos os apaixonados pela sétima arte.

Ilustrado com centenas de cartazes, cenas de filmes e retratos de atores, o livro traz lado a lado as obras mais significativas de todos os gêneros - de ação a vanguarda, passando por animação, comédia, aventura, documentário, musical, romance, drama, suspense, terror, curta-metragem ficção científica. Organizado por ordem cronológica, este livro pode ser usado para aprofundar seus conhecimentos sobre um filme específico ou apenas para escolher o que ver hoje à noite. Traduzido para 25 línguas e com mais de um milhão de exemplares vendidos, "1001 filmes para ver antes de morrer" inclui obras de mais de 30 países e revela o que há de melhor no cinema de todos os tempos.
É claro que eu, amante das duas coisas Sétima Arte e Listas , não podia deixar passar a oportunidade de trazer para vocês a lista dos filmes e os respectivos links na nossa querida mulinha que vai trabalhar sem parar por um bom tempo...rsrsrs
Lembrem-se que as datas e traduçoes dos títulos dos filmes segue a lista do livro e não do IMDb.
Sempre que necessitarem de fontes na mula é só solicitar. Abraços a todos.

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domingo, 26 de abril de 2009

43. TEMPESTADE SOBRE A ASIA (1928)



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Um simples pastor da Mongólia vê toda sua vida se transformar depois que é capturado pelo exército que ocupa seu país. Um amuleto é a prova de que o pastor é descendente direto do lendário Gengis Khan. Seu suposto parentesco faz com que os invasores o usem como testa de ferro em um novo governo.

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Potomok.Chingis.Khana.(1928).DVDRip.XviD.avi

Legenda em fase de sync

42. CAPITÃO BILL JR. (1928)



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Último dos nove projetos independentes de Buster Keaton para o produtor Joseph Schenk, Capitão Bill, Jr. é uma espécie de compêndio dos temas mais caros ao comediante - e também um de seus filmes mais engraçados. Keaton interpreta um jovem bem-educado e simplório que reencontra seu pai, o bronco capitão de um barco a vapor, e se vê forçado a enfrentar um magnata que pretende controlar todo o comércio e navegação ao longo do rio Mississipi.

Curiosidades
"- O filme é também conhecido pelo títulos de O Herói do Rio, Marinheiro de Encomenda e Marujo de Encomenda.

- Para as filmagens da sequência da tempestade, um dos pontos altos do filme, a produção do longa gastou 135 mil dólares na construção, às margens do rio Mississippi, de uma rua para ser destruída e depois filmou a sua sistemática destruição com o uso de seis possantes turbinas de fabricação de vento e um guindaste. O próprio Keaton, que sempre calculava e realizava suas proezas, em algumas cenas foi suspendido por um cabo amarrado ao guindaste e arremessado de um lugar para outro. O resultado final de todo o trabalho é uma das melhores cenas de humor do célebre "Homem que Nunca Ri" e, porque não dizer, umas das melhores sequências das comédias do cinema mudo.

- A cena da fachada da casa caindo sobre Keaton (que já havia sido realizada, embora em menor escala, oito anos antes, no curta One Week) foi uma das mais perigosas do filme. Na cena, a fachada de uma casa desaba sobre o comediante, ficando o seu corpo perfeitamente encaixado um pequeno espaço de uma janela. O próprio Keaton realizou a cena sem o uso de dublês ou de qualquer truque, e caso ele tivesse se posicionamento alguns centìmetros fora da marcação correta para cena, ele poderia ter sido seriamente ferido ou até mesmo morrido. Mais tarde, esta mesma cena foi revisitada/homenageada em vários filmes de ação e aventura, como por exemplo, em um dos episódios da série "Profissão: Perigo", do personagem MacGyver e em alguns filmes de Jackie Chan."

(Informaçoes, screens,e legendas by.mestre Willams do MKO)

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Steamboat.Bill.Jr.(1928).DVDRip.XviD.avi

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Steamboat.Bill.Jr.(1928).DVDRip.XviD.ptbr

41. A PAIXÃO DE JOANA D'ARC (1928)



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Joana de Domrémy, uma mulher do povo,na França de 1431, que luta heroicamente contra a ocupação do seu país, é presa, torturada e queimada sob a acusação de blasfêmia. Transposto ao cinema por vários cineastas, Mélies, De Mille, Fleming, Uciky, Bresson, Rosslini e por último a versão Luc Besson, ainda assim a Joana D'Arc de Dreyer contínua como a mais espetacular e sensível versão. Dreyer usou a essência do cinema, a imagem, para mostrar a tragédia humana em grandes closes. Cinema em estado puro...

Crítica
"A Paixão de Joana D'arc é um clássico singular na história do cinema. Em quase sua totalidade o filme consiste em faces, ou seja, em closes extremados dos rostos dos atores. Como o filme procura retratar a alma humana, nada mais apropriado do que rostos que expressam o ser interior. Os cenários, os vestuários e demais valores da produção são extremamente simples para não distrair a atenção do público da meta de Dreyer em retratar os sentimentos humanos.

A interpretação de Faconetti, a jovem atriz de teatro que faz o papel de Joana, é considerado como um dos melhores, senão o melhor trabalho já realizado na frente das câmeras. É simplesmente magistral. Alegria, tristeza, agonia, esperança, medo e tantas outras emoções humanas são perfeitamente caracterizadas por Falconetti apenas por expressões de seu rosto. O fato desse ter sido a única incursão da atriz no cinema colabora em tornar única a sua atuação, sem comparações e, por infortúnio da atriz, a ligando eternamente ao papel de Joana D'arc.

O lado humano de Joana é confrontado com o lado desumano dos juízes que a julgam. Velhos, autoritários, ameaçadores, dogmáticos, cujo intuito é subjugar Joana, os juízes representam a inflexibilidade da Igreja diante a ameaça que ela representa aos seus interesses.

Nenhum ator do filme foi submetido a maquiagem, pois Dreyer entendia que sua aplicação poderia ocultar, ou até mesmo desvirtuar, a verdadeira face dos atores. Como conseqüência, o realismo do filme é impressionante.

Para dar maior autenticidade do filme, a maioria dos textos nos intertítulos do filme, mais precisamente os que aparecem durante o julgamento, foram extraídos dos manuscritos originais do julgamento de Joana.

Durante mais de 70 anos "A Paixão de Joana D'arc" foi um dos clássicos mais conhecidos, porém raramente visto, na história do cinema. Rodado em 1928, os negativos originais foram destruídos em um incêndio. O diretor Dreyer, para reconstruir o filme, utilizou takes alternativos e criou uma nova edição. Não era tão boa como a original, mesmo porque os takes alternativos não representam as melhores cenas que foram para a edição original. Por força do destino essa nova edição também foi perdida em outro incêndio. Nos anos 60, vários takes alternativos sobreviventes que não foram usados por Dreyer na segunda edição, foram reeditados por várias distribuidoras resultando em edições de péssima qualidade, feitas sem a supervisão de Dreyer, e que em quase nada refletiam o filme original. Só para citar como exemplo, uma dessas edições "piratas" foi colorizada e dublada com vozes de outros atores. Imaginem um filme mudo com inserção de vozes mal sincronizadas. O resultado foi atroz.

Milagrosamente, no começo dos anos 90 foi encontrada uma cópia do negativo da edição original de 1928 em um hospício na Dinamarca. Essa película estava em ótimo estado, mas precisava de uma restauração para melhor conservação. No final dos anos 90 a restauração foi concluída e o filme passou a ser exibido em amostras de cinema.

Dreyer, quando da exibição do filme em 1928, não queria que a projeção fosse feita com música ao vivo (normalmente piano), pois a música poderia distrair a atenção do público e o silêncio era a melhor forma de apreciar o lado humano da obra. Entretanto, o DVD apresenta uma trilha sonora chamada "Voices of Light", composta por Richard Einhorn em homenagem ao filme e não, originariamente, para o filme. Contudo, as músicas se mesclam com perfeição às imagens e o resultado é uma fantástica trilha sonora. Para os puristas, nada impede que se assista o filme sem som. Curioso notar que assistir com a música ou sem ela torna um tanto diferente a experiência, pois o silêncio, muitas vezes, funciona melhor nas cenas que exaltam o sofrimento humano vivido por Joana."

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La.Passion.de.Jeanne.d'Arc.(1928).CRiTERiON.DVDRip.DivX3LM-SChiZO.avi

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La.Passion.de.Jeanne.d'Arc.(1928).CRiTERiON.DVDRip.DivX3LM-SChiZO.ptbr

40. UM CÃO ANDALUZ (1928)



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Este filme marca a estréia de Buñuel como diretor cinematográfico e é considerado o primeiro filme surrealista da história. Com o roteiro co-escrito por ninguém mais ninguém menos que o fantástico pintor Salvador Dali, Um Cão Andaluz foi lançado em 1928 e os dois escritores (Dali e o próprio Buñuel) foram obrigados a deixar o cinema correndo, sob a ameaça de linchamento. O motivo? As pessoas provavelmente não estavam preparadas para o que estes homens estavam mostrando na tela.

Crítica
"Em Um cão andaluz, o cineasta tomou posição pela primeira vez num plano puramente Poético-Moral (o termo Moral deve ser tomado no sentido do que governa os sonhos ou as compulsões parassimpáticas). Na elaboração da trama, todas as idéias de preocupação racional, estética ou outras com assuntos técnicos foram rejeitadas como irrelevantes. O resultado é um filme deliberadamente antiplástico e antiartístico, quando medido pelos cânones tradicionais. A trama é o resultado de um automatismo psíquico Consciente e, dentro desse padrão, não procura narrar um sonho, embora se aproveite de um mecanismo análogo ao dos sonhos. As fontes em que o filme vai buscar inspiração são as da poesia, livres do lastro de razão e tradição. Seu objetivo é provocar no espectador reações instintivas de atração e repulsa. A experiência demonstrou que este objetivo foi plenamente alcançado."

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Un.Chien.Andalou.(1929).DVDRip.DivX5.avi

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Un.Chien.Andalou.(1929).DVDRip.DivX5.ptbr

39. DOCAS DE NOVA YORK (1928)



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Bill trabalha em um navio que aportou por uma noite em Nova Iorque. Ele teria a noite livre na cidade, mas seu superior condicionou sua saída ao término do seu serviço. Quando ele finalmente consegue sair, vê uma mulher se afogando e megulha para salvá-la. O romance entre ambos surgiu naturalmente, mas seu superior novamente tenta complicar sua vida.

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The.Docks.of.New.York.(1928).VHSRip.DivX5-bluegardenia.avi

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38. A TURBA (1928)



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A Turba é um clássico do cinema mudo, que conta a história de John Sims, um rapaz que nasceu em 4 de julho de 1900. Uma data importante, que apontava para um grande futuro. Mas sonhos vão embora com a morte do pai. John cresce e vai viver em Nova York, onde arruma um emprego e uma esposa, Mary. Depois de cinco anos o casamento não está bem e falta dinheiro para John criar seus filhos. Sua vida é trágica, mas ele continua lutando.

Curiosidades

- Recebeu duas indicações ao Oscar, nas categorias de Melhor Diretor e Melhor Filme.

- A estrutura narrativa de A Turba é semelhante à utilizada por King Vidor em O Grande Desfile e em outros filme seus: uma primeira parte com teores de comédia romântica e a segunda com a presença do drama propriamente dito.

- O grande sucesso obtido em O Grande Desfile (1925) permitiu a King Vidor usufruir de uma certa liberdade quanto à escolha do tema e à construção do roteiro, feito juntamente com J. Weaver e Harry Bem. No entanto, tal liberdade não se verificou em todas as etapas do filme. Consta que a seqüência final de A Turba foi, na realidade, uma imposição dos dirigentes da MGM, uma vez que a audiência reprovara o desfecho original em exibições-teste, antes do lançamento.

- O filme foi um grande sucesso comercial, tendo arrecadado um milhão de dólares, duas vezes mais do que custou ao produtor Irving Thalberg e à MGM.

(informações e legenda by Willams Megalilo MKO - many tks)

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The.Crowd.(1928).TVRip.DivX5.avi

The.Crowd.(1928).TVRip.DivX5.ptbr

37. O CAÇULA (1927)



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Harold está interessado em Mary, mas ele precisa vencer sua timidez para isso. Durante uma viagem, ele a convida para ficar na sua casa. Mais tarde, quando acontece um roubo na cidade e o pai de Harold é acusado, é Mary quem lhe dá forças de correr atrás dos culpados.

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The.Kid.Brother.(1927).DVDRip.XviD.avi

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36. NAPOLEÃO (1927)



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Difícil subestimar a importância e influência deste épico da era muda, um mega-projeto filmado em tríptico que foi cortado e recortado inúmeras vezes (algumas pelo próprio Gance) ao longo dos anos, e que quase se perdeu para sempre (como a grande maioria de filmes pré-1930). Em 1980 foi re-lançada uma versão graças aos esforços do genial historiador Kevin Brownlow, com ajuda do Francis Ford Coppola, e é esta versão quetemos hoje. Clássico do cinema mudo que narra a vida de Napoleão Bonaparte. O filme mostra desde a infância de Napoleão, seus dias de escola (quando uma simples brincadeira com bolas de neve já representava para ele uma campanha militar), até chegar à fase adulta. Nessa época o jovem Bonaparte vai para a Córsega, passando a fazer parte da Revolução Francesa. Logo ele se transforma num grande e estategista general, somando ao currículo incríveis e vitoriosas batalhas. A história culmina com sua triunfante invasão da Itália em 1797. O filme termina aqui porque a intenção de Abel Gance era que essa seria a primeira de seis partes. Mas Gance jamais conseguiu financiamento para rodar as outras cinco. Além das técnicas de filmagem e na forma de contar a história, o filme ganhou reputação por causa dos últimos 20 minutos, nos quais o diretor alternou sequências panorâmicas em widescreen com complexas imagens múltiplas, que eram projetadas simultaneamente em três telas.

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Napoleon.(1927).DVDRip.DivX3LM.avi

Legendas (by Willams MKO)
Napoleon.(1927).DVDRip.DivX3LM.ptbr